Soluções por segmento
Seguro para comércio e varejo
Loja, estoque, equipamentos, dados de pagamento e o movimento do dia a dia. A GVM estrutura o programa de seguros que protege o seu ponto de venda e mantém o caixa girando.
O comércio vive do ponto, do estoque e do fluxo de clientes — e é exatamente isso que o expõe. Um incêndio ou um curto que queima os equipamentos, um roubo que leva o estoque de uma temporada inteira, um cliente que escorrega e cai na loja, um vazamento de dados de cartão que vira multa e ação judicial, e a paralisação que trava as vendas enquanto os custos fixos continuam correndo. Nenhum desses riscos cabe em uma apólice única de prateleira. A GVM Consulting estrutura um programa de seguros — patrimonial, responsabilidade civil, cyber, lucros cessantes e proteção do time — desenhado para o seu tipo de comércio, o seu tíquete e o valor do que você guarda dentro da loja.
O seguro patrimonial (multirrisco empresarial) é a base do programa do varejo: reúne, em um só produto, a proteção contra incêndio, raio e explosão, os danos elétricos que queimam equipamentos, o roubo e furto qualificado de mercadorias e valores, e a quebra de vidros, vitrines e letreiros. É prático e ajustável, mas é só o começo — cobre a estrutura e o estoque, não o faturamento nem as responsabilidades que você assume perante clientes e terceiros.
Cada segmento do comércio tem um perfil de risco próprio. Uma loja de eletrônicos concentra valor por metro quadrado e é alvo preferencial de roubo. Um supermercado ou uma farmácia dependem de refrigeração e sofrem com a deterioração de mercadorias. Um restaurante convive com o risco de incêndio na cozinha. Uma loja de vestuário tem estoque sazonal que triplica em datas de pico. A GVM calibra as coberturas, os limites e as franquias a partir desse retrato, e não de um pacote genérico.
O risco do varejo deixou de ser só físico. Toda loja hoje é, em alguma medida, uma operação de dados: maquininhas, PDV integrado, cadastro de clientes, programa de fidelidade, e-commerce. Um ataque de ransomware que trava o sistema de vendas ou um vazamento de dados de pagamento gera prejuízo, multa da LGPD e perda de confiança. Por isso o seguro cyber entrou no programa do comércio como uma linha própria, ao lado do patrimonial.
Um sinistro no varejo raramente é só o dano visível. Quando a loja fecha para reforma após um incêndio, o problema maior costuma ser o faturamento que some por semanas ou meses enquanto aluguel, folha e fornecedores seguem correndo. É a cobertura de lucros cessantes que sustenta o caixa nesse intervalo — e ela é justamente a que mais falta nas apólices contratadas às pressas.
Loja em shopping tem uma armadilha comum: o lojista acredita que o seguro do condomínio o protege. Não protege. A apólice do shopping cobre as áreas comuns e a estrutura do empreendimento, não o interior, o estoque nem a responsabilidade da sua loja. Cada ponto precisa do seu próprio seguro empresarial, e a GVM ajuda a dimensioná-lo sem sobreposição com o que o shopping já cobre.
A GVM Consulting é corretora registrada na SUSEP e trabalha com várias seguradoras. Não vendemos um produto de prateleira: fazemos o diagnóstico de risco da sua operação, cotamos com o mercado e montamos um programa coerente, no qual cada linha cobre uma exposição real, sem lacuna e sem cobertura duplicada. E acompanhamos você na renovação e, principalmente, no sinistro — que é a hora em que o seguro precisa funcionar.
Os riscos do segmento
O que ameaça o seu negócio
Incêndio, raio e explosão
Eventos que atingem instalações, estoque e equipamentos e podem interromper a operação por semanas.
Roubo e furto qualificado
Subtração de mercadorias, equipamentos e valores do caixa — o varejo é alvo preferencial, sobretudo eletrônicos e itens de alto valor.
Danos elétricos
Curtos, sobretensão e picos de rede que queimam PDVs, câmaras frias, servidores e equipamentos da loja.
Acidente com cliente na loja
Queda, escorregão, prateleira que cai ou dano causado a um cliente nas dependências — responsabilidade civil perante terceiros.
Responsabilidade por produto
Dano causado ao consumidor por um produto vendido ou comercializado pela loja, com risco de ação judicial.
Ataque cibernético e vazamento de dados
Ransomware que trava as vendas, fraude em meios de pagamento e vazamento de dados de clientes, com exposição à LGPD.
Quebra de vidros e letreiros
Vitrines, fachadas de vidro e letreiros sujeitos a quebra, vandalismo e depredação.
Deterioração de estoque
Perda de mercadorias refrigeradas ou perecíveis por falha de energia ou pane em equipamento de frio.
Paralisação e perda de faturamento
Interrupção das vendas após um sinistro, com custos fixos correndo e caixa parado.
O programa de seguros ideal
Coberturas que recomendamos para o seu segmento
Combinamos as linhas certas em um único programa, sem sobreposição e sem lacunas.
Seguro patrimonial (multirrisco)
A base do programa: incêndio, danos elétricos, roubo/furto e quebra de vidros da loja e do estoque em uma apólice.
Ver maisResponsabilidade Civil empresarial
Acidentes com clientes na loja e danos causados por produtos comercializados — proteção perante terceiros.
Ver maisSeguro cyber
Ransomware, fraude em meios de pagamento e vazamento de dados de clientes, com resposta a incidentes e cobertura LGPD.
Ver maisLucros cessantes
Reposição do faturamento e dos custos fixos durante a paralisação decorrente de um sinistro coberto.
Ver maisEquipamentos e estoque
Proteção específica de equipamentos de valor, câmaras frias, PDVs e mercadorias do seu segmento.
Ver maisVida em grupo para a equipe
Benefício que protege a equipe da loja e ajuda a atrair e reter vendedores e operadores de caixa.
Ver maisToda loja é uma concentração de valor exposto ao público. Você reúne, em um único endereço, um estoque que representa meses de capital de giro, equipamentos que fazem a operação girar, um fluxo de pessoas que entra e sai o dia inteiro, e — cada vez mais — dados de pagamento e cadastros de clientes que a lei obriga você a proteger. É o que torna o comércio um negócio vibrante. É também o que o torna vulnerável a um conjunto de riscos que raramente vêm sozinhos.
Este guia mostra como pensar o seguro do seu comércio como um programa — não como uma apólice isolada — e como cada linha de proteção resolve uma exposição concreta do varejo. O objetivo não é vender cobertura em excesso; é evitar as duas falhas mais caras do setor: pagar por proteção que não faz sentido para a sua loja e, pior, descobrir na hora do sinistro que faltava exatamente a cobertura que importava.
O cenário de risco do comércio e do varejo
O ponto de venda concentra valor e movimento
O varejo tem uma característica que define seu perfil de risco: ele junta muita coisa de valor em pouco espaço e abre a porta para o público. Um sinistro raramente atinge um único elemento. Um curto-circuito no quadro elétrico pode iniciar um incêndio que destrói o estoque, danifica os equipamentos, quebra a vitrine com a fumaça e o calor, e ainda obriga a loja a fechar por semanas. O que começou como um problema elétrico vira, de uma vez, um prejuízo patrimonial, uma parada de faturamento e, se houver clientes no momento, uma questão de responsabilidade civil.
Some-se a isso a exposição ao roubo. O comércio é alvo preferencial porque guarda mercadoria de saída fácil e, muitas vezes, valores em espécie. Lojas de eletrônicos, óticas, joalherias, farmácias e conveniências concentram itens de alto valor por metro quadrado — o que eleva tanto o risco quanto o custo de repor. E o roubo não escolhe hora: pode acontecer com a loja aberta, num arrastão, ou fora do expediente, com arrombamento.
Há ainda os riscos silenciosos, que não fazem barulho até o dia em que fazem. A câmara fria que para durante a madrugada e estraga o estoque perecível. A infiltração que danifica a mercadoria no depósito. O vendaval que arranca o letreiro e joga vidro na calçada. Cada um desses eventos tem uma cobertura correspondente — e a diferença entre uma loja que se recupera e uma que quebra costuma estar em ter, ou não ter, a linha certa contratada com o limite certo.
O risco mudou: do balcão ao meio de pagamento digital
Durante décadas, o seguro do comércio se resumia a fogo e roubo. Hoje isso é insuficiente, porque a operação de varejo digitalizou-se por completo, mesmo na loja de bairro. A venda passa por uma maquininha conectada. O PDV conversa com o estoque e com o financeiro. O programa de fidelidade guarda nome, CPF e histórico de compra de milhares de clientes. E boa parte das lojas mantém, ao lado do balcão, um e-commerce que nunca fecha.
Isso criou uma nova classe de sinistro. Um ataque de ransomware pode travar o sistema de vendas de uma rede inteira num sábado de pico. Uma fraude nos meios de pagamento pode gerar contestações e prejuízo. E o vazamento de uma base de clientes deixou de ser só um problema de imagem: com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), tornou-se uma exposição jurídica e financeira concreta, com risco de sanção e de ações de titulares. Nenhuma apólice patrimonial tradicional cobre isso — é território do seguro cyber, que se tornou parte do programa do varejo tão naturalmente quanto o seguro contra incêndio.
O ponto central é este: o risco do comércio hoje tem dois lados. O lado físico — a loja, o estoque, os equipamentos, as pessoas — e o lado digital — os sistemas, os pagamentos e os dados. Um programa de seguros bem montado precisa enxergar os dois. Quem só cuida das paredes deixa metade da operação a descoberto.
Como montar o programa de seguros da sua loja
Montar o programa é encaixar cada linha de seguro na exposição que ela resolve, na ordem certa de prioridade. Não existe apólice única que faça tudo bem — existe um conjunto coerente. Veja como a GVM estrutura essa lógica para o comércio e o varejo.
1. A base: o seguro patrimonial (multirrisco empresarial)
Tudo começa pela proteção do ponto de venda. O seguro patrimonial para pequenas e médias empresas reúne, em uma única apólice, as coberturas de base do varejo: incêndio, raio e explosão; danos elétricos que queimam equipamentos; roubo e furto qualificado de mercadorias e valores; e quebra de vidros, vitrines e letreiros. É a espinha dorsal do programa e responde pela imensa maioria dos sinistros do dia a dia.
A parte mais importante — e mais negligenciada — dessa apólice é o valor em risco. É preciso declarar corretamente o valor do estoque, das benfeitorias (a reforma que você fez no ponto), dos equipamentos e do conteúdo. Subdeclarar para pagar menos é uma economia que se vira contra você: se o valor segurado for menor que o valor real na hora do sinistro, entra o rateio (subseguro) e a indenização vem proporcional, com a loja arcando com a diferença. O varejo é especialmente sujeito a isso porque o estoque não é constante — ele incha em datas de pico e encolhe depois.
Conforme o segmento, somam-se coberturas específicas: deterioração de mercadorias refrigeradas para supermercados, restaurantes e farmácias; maior limite de valores para quem trabalha muito com dinheiro em espécie; cobertura ampliada de equipamentos para quem depende de máquinas caras. Quando o equipamento é o coração da operação — uma câmara fria, um forno industrial, servidores, uma linha de PDVs —, vale avaliar também uma cobertura dedicada de seguros de equipamentos, que responde por danos e panes com condições próprias.
2. Responsabilidade civil: o cliente dentro da loja e o produto que você vende
Abrir a porta para o público significa assumir uma responsabilidade legal por quem entra. Um cliente que escorrega no piso molhado, uma criança ferida por uma gôndola que tomba, um produto de exposição que cai sobre alguém — todos esses são eventos que podem virar uma ação de indenização contra a loja. A responsabilidade civil geral empresarial existe para isso: cobre danos corporais e materiais causados a clientes e terceiros nas dependências do comércio, incluindo as indenizações e os custos de defesa.
Há uma segunda frente de RC que o varejo costuma esquecer: a responsabilidade por produto. Quando você vende ou comercializa um item que causa dano ao consumidor — um alimento que passou do prazo, um eletrônico que superaquece, um cosmético que provoca reação —, o Código de Defesa do Consumidor coloca o comerciante na cadeia de responsabilidade. A cobertura de RC de produtos responde por esse tipo de reclamação, que pode ser cara e demorada mesmo quando a loja não teve culpa direta.
Dimensionar a RC não é sobre contratar o maior limite possível, e sim o limite compatível com o fluxo de clientes, o tipo de produto e o porte da operação. Uma rede com milhares de visitantes por dia e uma loja de rua têm exposições muito diferentes. A GVM calibra esse limite com você.
3. Seguro cyber: dados, meios de pagamento e o e-commerce
Se a sua loja tem maquininha, PDV integrado, cadastro de clientes ou venda online — e praticamente toda loja tem —, ela está exposta a riscos digitais que a apólice patrimonial não toca. O seguro cyber empresarial cobre esse novo território: a paralisação das vendas por um ataque de ransomware, a recuperação dos sistemas, a resposta técnica a incidentes, a fraude em meios de pagamento e — ponto crítico — as consequências de um vazamento de dados de clientes.
Esse último item merece atenção. Sob a LGPD, um vazamento pode gerar sanção administrativa, notificação obrigatória aos titulares e à autoridade, e ações de indenização. Os custos de responder a um incidente — perícia, notificação, assessoria jurídica, comunicação — aparecem antes mesmo de qualquer multa, e é justamente esse tipo de despesa que o seguro cyber ajuda a suportar. “Já tenho antivírus” não resolve: a ferramenta previne, o seguro paga a conta quando a prevenção falha.
Para quem vende online, o cyber deixa de ser complementar e vira central. E, como o e-commerce despacha mercadoria o tempo todo, entra também no radar o seguro de transportes, que cobre a carga em trânsito entre o depósito e o cliente. A GVM ajusta a profundidade dessas coberturas ao peso do canal digital no seu faturamento.
4. Lucros cessantes: proteger o faturamento, não só as paredes
Aqui está a lacuna mais cara do varejo. Imagine que um incêndio obrigue a loja a fechar por dois meses de reforma. O seguro patrimonial paga para reconstruir e repor o estoque. Mas quem paga o aluguel, a folha da equipe, os fornecedores e os empréstimos durante esses dois meses de caixa parado? É o seguro de lucros cessantes que sustenta o negócio nesse intervalo, repondo o faturamento perdido e os custos fixos que continuam correndo mesmo com a loja fechada.
No comércio, os lucros cessantes têm um peso extra por causa da fidelidade do cliente. Uma loja fechada por meses não perde só as vendas daquele período — perde clientes que, sem alternativa, migram para o concorrente e nem sempre voltam. A recomposição do faturamento ajuda a atravessar a reabertura e a reconquistar a clientela sem descapitalizar. É a cobertura que transforma um sinistro grave em um transtorno administrável, em vez de um evento que encerra o negócio.
O ponto de atenção é o período indenitário: por quantos meses o seguro repõe o faturamento. Ele precisa ser realista quanto ao tempo de reconstrução e reabertura do seu tipo de loja. A GVM dimensiona esse prazo junto com o valor patrimonial, para que as duas coberturas conversem.
5. Equipamentos e o time
Duas frentes fecham o programa. A primeira são os equipamentos críticos: quando a operação depende de máquinas de valor — câmaras frias, fornos, servidores, linhas de caixa, equipamentos de refrigeração —, vale destacá-los em cobertura dedicada de equipamentos, que trata danos e panes com condições mais amplas do que a cobertura básica de conteúdo.
A segunda frente é a equipe. O varejo é intensivo em mão de obra e sofre com rotatividade. Um seguro de vida em grupo protege os colaboradores e as suas famílias, cumpre exigências de convenções coletivas de algumas categorias e funciona como benefício que ajuda a atrair e reter vendedores, operadores de caixa e repositores. Para o lojista, é uma forma de cuidar do time por um custo por vida acessível, dado o volume do grupo.
O que costuma faltar ou dar errado
A maioria dos problemas com seguro no varejo não aparece na contratação — aparece no sinistro, quando o lojista descobre um detalhe que ninguém explicou. Estes são os erros mais comuns, e todos são evitáveis.
Subseguro: a armadilha do valor em risco
É o erro número um. Para pagar um prêmio menor, a loja declara um valor de estoque abaixo do real. Funciona até o dia do sinistro: aí entra a cláusula de rateio, e a indenização vem proporcional ao que foi declarado. Se você segurou metade do valor, recebe cerca de metade do prejuízo — mesmo em um sinistro parcial. A correção é simples: declarar o valor real e revisá-lo sempre que o estoque muda de patamar. Vale entender como funciona a franquia do seguro e o rateio antes de assinar, para não haver surpresa depois.
Estoque que varia ao longo do ano
Ligado ao anterior, mas específico do comércio. O estoque de novembro (pré-datas comerciais) pode ser o dobro do estoque de fevereiro. Se a apólice foi dimensionada pelo estoque médio, você fica subsegurado justamente no período de maior valor exposto e maior movimento — que é quando mais acontecem sinistros. Existem apólices com cláusula de ajuste ou declaração periódica de estoque para lidar com isso. A GVM avalia se a sua sazonalidade justifica esse mecanismo.
Cláusulas de gerenciamento de risco não cumpridas
As apólices de roubo, em especial, costumam trazer exigências: alarme monitorado, circuito de câmeras, cofre para valores, limite de dinheiro em caixa. São as chamadas cláusulas de gerenciamento de risco. Se o sinistro acontece e essas condições não estavam sendo cumpridas, a indenização pode ser reduzida ou negada. Não é letra miúda para enganar — é a base do preço. A GVM explica cada exigência na contratação e confere se ela é compatível com a rotina da sua loja, para você não descobrir a regra tarde demais.
Confundir o seguro do shopping com o seu
Lojista de shopping frequentemente acredita estar coberto pela apólice do empreendimento. Não está. O seguro do shopping cobre as áreas comuns e a estrutura; o interior da sua loja, o estoque, os equipamentos e a responsabilidade perante os seus clientes são por sua conta. Cada ponto precisa do próprio seguro empresarial. O bom é que dá para dimensionar a apólice sem sobrepor o que o condomínio já cobre — evitando pagar duas vezes pela mesma coisa.
Quanto custa um seguro para comércio e varejo
Não existe preço de tabela — e desconfie de quem crava um valor sem conhecer a sua loja. O custo do seguro empresarial de varejo é montado a partir do risco real da operação. Vale entender o que puxa o preço para cima ou para baixo, para tomar decisões conscientes.
O que pesa no preço
Alguns fatores influenciam diretamente o prêmio:
- Valor em risco — quanto maior o estoque, o conteúdo e os equipamentos a segurar, maior a base de cálculo. É o principal fator.
- Segmento e natureza do estoque — eletrônicos, joias e produtos de alto valor de saída elevam o risco de roubo; cozinhas e materiais inflamáveis elevam o risco de incêndio; perecíveis trazem o risco de deterioração.
- Localização e construção — a região, o índice de sinistralidade local, o tipo de construção e a proximidade de outros riscos entram na conta.
- Coberturas e limites escolhidos — cada linha adicionada (RC, cyber, lucros cessantes) e cada aumento de limite tem um custo; a arte está em contratar o que faz sentido, não tudo.
- Franquia — franquias maiores reduzem o prêmio, mas transferem mais risco para a loja em sinistros pequenos; o equilíbrio depende do seu caixa.
- Gerenciamento de risco — alarme monitorado, câmeras, sprinklers e boas práticas de segurança reduzem o prêmio, porque reduzem a probabilidade e a severidade do sinistro.
Onde dá para economizar sem perder cobertura
A boa notícia é que dá para reduzir o custo sem abrir mão da proteção essencial. Ajustar a franquia ao perfil de caixa da loja, investir em prevenção (que baixa o prêmio e o risco ao mesmo tempo), consolidar as coberturas em um programa único em vez de apólices soltas, e revisar o valor em risco para não pagar por excesso — todas são alavancas legítimas. O que não vale a pena é cortar a cobertura errada: economizar tirando os lucros cessantes ou o cyber costuma sair muito mais caro no primeiro sinistro. Vale a leitura de como economizar no seguro sem perder cobertura para separar corte inteligente de corte perigoso.
A comparação de mercado também importa. Seguradoras diferentes precificam o mesmo risco de formas distintas — uma pode ser mais agressiva em varejo de alimentos, outra em eletrônicos. Uma corretora que cota com várias seguradoras consegue encontrar a melhor relação entre proteção e custo para o seu perfil específico, em vez de aceitar a primeira proposta.
Como a GVM estrutura o programa
O trabalho da GVM Consulting no varejo segue uma lógica consultiva, não a de empurrar apólice. Começamos por um diagnóstico de risco da operação: entendemos o segmento, o valor e a sazonalidade do estoque, o fluxo de clientes, os equipamentos críticos, o peso do canal digital e as exigências específicas (convenção coletiva, contrato de locação do shopping, requisitos de gerenciamento de risco). Esse retrato define quais linhas entram no programa e com que prioridade.
Em seguida, cotamos com várias seguradoras e apresentamos as opções com clareza — cobertura por cobertura, limite por limite, franquia por franquia. Nossa recomendação sempre explica o porquê de cada escolha e o que fica de fora, para você decidir com informação real. Um programa bem montado não tem lacuna (uma exposição sem cobertura) nem sobreposição (duas apólices pagando pela mesma coisa).
O acompanhamento não termina na assinatura. Fazemos a gestão da renovação, revisando o valor em risco e ajustando o programa à evolução da loja — porque um estoque que cresceu, um segundo ponto que abriu ou um e-commerce que virou parte relevante do faturamento mudam o desenho da proteção. Entender como funciona a renovação do seguro empresarial evita que a apólice fique defasada sem ninguém perceber.
E estamos ao seu lado no momento que define tudo: o sinistro. Orientamos a comunicação, a documentação e o acompanhamento do processo junto à seguradora, para que a indenização saia no prazo e do jeito certo. Vale conhecer de antemão como funciona um sinistro passo a passo — quem sabe o caminho reage melhor sob pressão.
Se você tem uma loja, uma rede ou um comércio de qualquer porte e quer entender onde está exposto, comece pela nossa página para empresas ou fale direto com um especialista pelo contato. O diagnóstico é sem compromisso — e é a forma mais honesta de descobrir se o seu seguro atual protege o que realmente importa: a loja, o estoque, os dados e o faturamento que sustentam o negócio.
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre seguro para comércio e varejo
Qual seguro é ideal para uma loja?
A base costuma ser o seguro patrimonial (multirrisco empresarial), que reúne em uma apólice a proteção contra incêndio, danos elétricos, roubo/furto e quebra de vidros. Mas ele não cobre tudo: para um programa completo, o varejo costuma somar responsabilidade civil, seguro cyber e lucros cessantes. A GVM monta o conjunto conforme o seu segmento e o valor do estoque.
O seguro cobre roubo de mercadorias e do caixa?
Sim. As coberturas de roubo e furto qualificado protegem mercadorias, equipamentos e valores, conforme os limites contratados. Para dinheiro em caixa e em trânsito há cobertura específica de valores. É importante dimensionar bem o limite, porque o pico de estoque em datas comerciais eleva o valor exposto.
E se um cliente se acidentar dentro da loja?
A cobertura de responsabilidade civil responde por danos a clientes e terceiros nas dependências do comércio — quedas, escorregões, uma prateleira que cede — conforme os valores contratados. Ela cobre indenizações e custos de defesa, poupando o caixa da loja de um desembolso direto.
Cobre a quebra da vitrine e do letreiro?
Sim. A cobertura de quebra de vidros e de letreiros/anúncios protege fachadas, vitrines e painéis, inclusive em casos de vandalismo, conforme a apólice. É uma cobertura barata e muito usada no varejo de rua.
Tenho supermercado ou farmácia. Há cobertura para os produtos refrigerados?
Sim. É possível incluir a cobertura de deterioração de mercadorias em câmaras frias e refrigeradores, que responde pela perda de perecíveis e medicamentos causada por falha de energia ou pane no equipamento de frio. É essencial para supermercados, restaurantes e farmácias.
O seguro cobre a perda de faturamento se a loja precisar fechar?
Sim, por meio da cobertura de lucros cessantes, que repõe o faturamento e os custos fixos durante a paralisação decorrente de um sinistro coberto. É a cobertura que mais falta em apólices contratadas às pressas e, muitas vezes, a que mais importa: as paredes se refazem, mas o cliente que migrou para o concorrente nem sempre volta.
Loja no shopping precisa de seguro próprio?
Sim. O seguro do shopping cobre as áreas comuns e a estrutura do empreendimento, não o interior, o estoque nem a responsabilidade da sua loja. Cada ponto precisa do seu próprio seguro empresarial. A GVM dimensiona a apólice sem sobrepor o que o condomínio já cobre.
Meu comércio vende online. O seguro muda?
Muda. Além do patrimonial do estoque e do depósito, o e-commerce se beneficia de seguro cyber (dados e meios de pagamento) e de seguro de transportes para as mercadorias despachadas. A GVM estrutura o conjunto conforme o seu modelo de venda, seja loja física, online ou híbrido.
Por que preciso de seguro cyber se já tenho antivírus?
Porque o antivírus previne, mas não paga a conta quando o ataque acontece. O seguro cyber responde pela parada das vendas, pela recuperação dos sistemas, pela resposta a incidentes e pelas consequências de um vazamento de dados de clientes — incluindo custos ligados à LGPD. Toda loja com maquininha, PDV integrado e cadastro de clientes está exposta.
O que acontece se o valor do estoque no seguro estiver defasado?
Pode ocorrer o subseguro (rateio): se o valor declarado for menor que o valor real na hora do sinistro, a seguradora indeniza proporcionalmente, e a loja arca com a diferença. Por isso a GVM revisa o valor em risco na renovação e considera os picos sazonais de estoque, para evitar essa surpresa.
Como é definido o valor do seguro?
Pelo valor do estoque e dos equipamentos, pela metragem e localização da loja, pelo perfil do segmento e pelas coberturas escolhidas. A GVM cota com várias seguradoras e apresenta as opções com clareza, para a melhor relação entre proteção e custo — sem empurrar cobertura que você não precisa.
Atendem comércios em todo o Brasil?
Sim. A GVM atende lojas, redes, supermercados, farmácias, restaurantes e estabelecimentos comerciais em todo o território nacional, de forma consultiva e sem compromisso. Fale com a gente para um diagnóstico do seu ponto de venda.
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