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Seguro para clínicas e consultórios médicos
Da responsabilidade profissional ao patrimônio e aos equipamentos: a GVM estrutura o programa de seguros completo da sua clínica, com as principais seguradoras do Brasil.
Uma clínica reúne, em um só lugar, riscos que quase nunca conversam entre si: a responsabilidade técnica de cada profissional, o patrimônio físico, equipamentos de diagnóstico de alto valor, o prontuário e os dados sensíveis dos pacientes e a própria continuidade do atendimento. Tratados isoladamente, esses riscos deixam lacunas — e a lacuna só aparece no dia do problema. Por isso a GVM Consulting não vende apólices soltas: monta um programa de seguros integrado, dimensionado ao porte, às especialidades e ao perfil de procedimentos da sua clínica.
Um consultório individual e uma clínica com equipe multiprofissional, procedimentos invasivos e forte presença digital não precisam da mesma estrutura de seguro. O ponto de partida é sempre entender a operação real: quais especialidades atendem, quantos profissionais assinam laudos e prescrições, que aparelhos existem, qual o fluxo de pacientes e como os dados circulam. Só depois disso faz sentido desenhar cobertura.
A combinação mais comum reúne quatro frentes: a Responsabilidade Civil Profissional (dos médicos e da pessoa jurídica), o seguro patrimonial do imóvel e das instalações, a proteção dos equipamentos médicos e a resposta a incidentes cibernéticos, dada a sensibilidade dos dados de saúde. A GVM articula essas linhas em um único programa, sem sobreposições e sem pontos cegos entre uma apólice e outra.
O erro mais frequente é imaginar que a apólice do médico basta. A ação por suposto erro costuma citar, ao mesmo tempo, o profissional que atendeu e a clínica onde o atendimento ocorreu — são responsabilidades distintas, e a pessoa jurídica precisa da própria proteção. Um consultório que só segura o CRM do titular fica exposto exatamente no ponto em que o processo mais aperta.
Há ainda um risco silencioso que cresce a cada ano: o dado. Prontuário eletrônico, imagens de exame, resultados laboratoriais e histórico clínico são informações protegidas pela LGPD com o grau mais alto de sensibilidade. Um vazamento, um ataque de sequestro de dados ou até um e-mail enviado ao destinatário errado podem gerar notificação à ANPD, comunicação aos pacientes e responsabilização — custos que existem independentemente do porte da clínica.
Equipamentos são o outro ponto caro. Ultrassom, aparelho de imagem, laser, autoclave, monitor multiparamétrico e bombas de infusão concentram grande parte do capital da clínica e sofrem com quebra elétrica, oscilação de energia, queda e furto. Quando um desses aparelhos para, não é só o conserto que dói: é o atendimento que trava e o faturamento que some enquanto ele não volta.
A GVM trabalha como corretora consultiva: cruza as linhas certas, declara a atividade de forma correta para evitar recusa na hora do sinistro e cota com várias seguradoras para chegar à melhor relação entre cobertura e preço. O objetivo não é a apólice mais barata, e sim o programa que paga quando você precisar.
Os riscos do segmento
O que ameaça o seu negócio
Processo por erro médico
Ação de paciente contra o profissional e, quase sempre, também contra a clínica (pessoa jurídica), com custos de defesa e eventual indenização.
Quebra de equipamento de diagnóstico
Ultrassom, imagem, laser e monitores sujeitos a quebra mecânica e elétrica, com conserto caro e parada de atendimento.
Danos elétricos e oscilação de energia
Surtos, raios e falhas na rede que danificam aparelhos sensíveis e equipamentos de informática da clínica.
Incêndio, alagamento e roubo no imóvel
Sinistros que atingem instalações, mobiliário, medicamentos e equipamentos, muitas vezes ao mesmo tempo.
Vazamento de dados de pacientes
Incidente cibernético ou erro humano com dados sensíveis de saúde, com exposição à LGPD e à ANPD.
Paralisação da operação
Sinistro que interrompe o atendimento e faz o faturamento cair enquanto a clínica não reabre.
Acidente com paciente ou visitante
Queda na recepção, dano a pertences ou lesão nas dependências que geram responsabilidade civil geral da clínica.
Afastamento de sócio ou médico-chave
Morte ou incapacidade de um profissional decisivo para a receita, com impacto direto na continuidade do negócio.
O programa de seguros ideal
Coberturas que recomendamos para o seu segmento
Combinamos as linhas certas em um único programa, sem sobreposição e sem lacunas.
RC Profissional Médica
Proteção dos médicos e da clínica contra ações por suposto erro ou omissão, incluindo os custos de defesa.
Ver maisEquipamentos médico-hospitalares
Cobertura para aparelhos de diagnóstico e tratamento contra quebra, danos elétricos, incêndio e roubo.
Ver maisPatrimonial da clínica
Proteção do imóvel, mobiliário e instalações contra incêndio, alagamento, danos elétricos e roubo.
Ver maisRC Geral da clínica
Danos a pacientes e visitantes nas dependências, fora do ato profissional — quedas, acidentes e prejuízos a terceiros.
Ver maisCyber e proteção de dados
Resposta a incidentes, sequestro de dados e vazamento de informações sensíveis de pacientes (LGPD).
Ver maisLucros cessantes
Reposição do faturamento durante o período de paralisação decorrente de um sinistro coberto.
Ver maisVida em grupo para a equipe
Benefício para sócios e colaboradores, útil também para reter e valorizar a equipe clínica.
Ver maisD&O para a gestão
Proteção de sócios e administradores por decisões de gestão, relevante em clínicas maiores e grupos.
Ver maisUma clínica é, ao mesmo tempo, um consultório, um pequeno hospital de baixa complexidade, um centro de dados de saúde e uma empresa que precisa faturar todo mês. Essa sobreposição é o que torna o seguro de clínica diferente do seguro de qualquer outro negócio: os riscos não estão em áreas separadas que você protege uma de cada vez. Eles se cruzam. Um curto-circuito pode virar incêndio, queimar o ultrassom, apagar o servidor com os prontuários e ainda fechar as portas por semanas — quatro sinistros de naturezas diferentes disparados por um único evento.
Este guia mostra como enxergar esse conjunto de riscos com clareza e como montar um programa de seguros que cubra a clínica inteira, e não apenas pedaços dela. Ele serve tanto para o consultório de um único médico quanto para a policlínica com dezenas de profissionais e vários aparelhos de imagem. A lógica é a mesma; muda a proporção.
O cenário de risco de uma clínica médica
Antes de falar de apólice, vale enxergar de onde vêm os prejuízos. Em uma clínica, eles se concentram em cinco frentes que raramente aparecem sozinhas.
A responsabilidade sobre o ato médico. É o risco mais associado à saúde e o mais temido. Um paciente que se sente lesado por um diagnóstico, um procedimento ou uma conduta pode processar o médico que o atendeu — e, junto, a clínica onde o atendimento aconteceu. No Brasil, a discussão sobre erro médico raramente se resolve rápido: envolve perícia, provas técnicas e anos de tramitação. Mesmo quando o profissional não errou, existe o custo de se defender, que precisa sair de algum lugar. E há um detalhe que muita gente descobre tarde: a ação costuma chegar bem depois do atendimento, o que torna a forma de contratação do seguro (a chamada base de reclamações, ou claims made) um assunto técnico que não pode ser ignorado.
O patrimônio físico. Instalações, mobiliário, medicamentos, insumos e a estrutura em si respondem a incêndio, raio, explosão, alagamento, danos elétricos e roubo. Clínicas costumam ficar em salas comerciais ou casas adaptadas, com carga elétrica alta por causa dos aparelhos e do ar-condicionado que roda o dia inteiro — o que aumenta a exposição a curto-circuito e a incêndio de origem elétrica. Roubo e furto também pesam, tanto pelos equipamentos quanto pelos medicamentos de controle especial.
Os equipamentos de diagnóstico e tratamento. Aqui mora boa parte do capital investido. Ultrassom, aparelhos de imagem, lasers, autoclaves, monitores, bombas de infusão e cadeiras especializadas são caros, sensíveis e, muitos deles, importados — o que significa reposição em moeda estrangeira e prazo longo. A quebra mecânica, o dano elétrico por oscilação de energia e a queda durante manuseio ou transporte são eventos comuns. E o pior efeito nem sempre é o conserto: é a agenda parada enquanto o aparelho não volta.
Os dados dos pacientes. Prontuário eletrônico, laudos, imagens, resultados de exame e histórico clínico são dados pessoais sensíveis na definição mais estrita da LGPD. Uma clínica trata esse tipo de informação o tempo todo, muitas vezes em sistemas na nuvem, com acesso de vários profissionais e integrações com laboratórios e operadoras. Isso amplia a superfície de ataque. Sequestro de dados por ransomware, invasão de sistema, phishing na recepção e o velho erro humano de enviar um resultado ao paciente errado são incidentes que geram deveres legais e custos de resposta imediatos.
As pessoas que sustentam a operação. Em muitas clínicas, a receita depende de um ou dois profissionais específicos. O afastamento por morte ou por incapacidade de um sócio-chave ou de um médico que concentra a agenda tem efeito direto no caixa — e é um risco que raramente entra no radar de quem pensa seguro apenas como proteção de coisas.
Esses cinco riscos não competem por prioridade; eles se somam. Um bom programa cobre todos, na proporção certa para o seu porte, sem deixar que a lacuna de um vire a surpresa do outro. Vale lembrar que, quando o sinistro chega, a diferença entre receber a indenização e brigar por ela está muito na forma como o caso é conduzido — algo que detalhamos no guia de como funciona um sinistro, passo a passo.
Como montar o programa de seguros da clínica
A montagem segue uma ordem lógica: primeiro as responsabilidades (o que a clínica pode dever a terceiros), depois os ativos (o que ela pode perder) e, por fim, a continuidade (o que a mantém funcionando). Cada frente é uma linha de seguro; o trabalho da corretora é encaixá-las sem sobreposição e sem vão.
Responsabilidade civil profissional: a espinha dorsal
O núcleo do programa de qualquer clínica é a responsabilidade civil profissional médica. Ela responde por reclamações de pacientes que aleguem dano decorrente do ato médico — erro de diagnóstico, falha de conduta, complicação atribuída a suposta negligência, imperícia ou imprudência — e, tão importante quanto a indenização em si, arca com os custos de defesa, que existem mesmo quando a ação é improcedente.
O ponto que separa um programa bem-feito de um remendo é entender que há duas responsabilidades diferentes na mesma clínica. A do profissional, ligada ao CRM de quem atendeu, e a da pessoa jurídica, ligada à empresa que ofereceu o serviço. Numa ação típica, as duas são acionadas juntas. Se a clínica só segura os médicos individualmente, a pessoa jurídica fica descoberta; se só segura a empresa, cada profissional fica exposto no que assina. A estrutura correta contempla os dois lados, com limites e retroatividade compatíveis.
Especialidades e procedimentos mudam completamente o cálculo. Uma clínica de dermatologia clínica tem um perfil; uma que faz procedimentos estéticos e invasivos tem outro, mais exposto — inclusive porque a estética costuma ser tratada como obrigação de resultado, um padrão jurídico mais rigoroso do que a obrigação de meio típica da medicina. Cirurgias, anestesia, endoscopia, obstetrícia e outras atividades de maior risco precisam ser declaradas com precisão. Declarar de menos para pagar menos é o caminho mais curto para uma recusa de cobertura no dia do sinistro.
Equipamentos médicos: o capital que não pode parar
Os aparelhos merecem uma linha própria, o seguro de equipamentos médico-hospitalares, porque o seguro patrimonial padrão do imóvel raramente dá conta da natureza deles. Um ultrassom não sofre só de incêndio e roubo; sofre de quebra elétrica interna, de oscilação da rede, de falha de componente e de dano no manuseio. A cobertura específica de equipamentos endereça exatamente esses eventos, com opções para aparelhos fixos e para os que se deslocam entre unidades ou saem para atendimento externo.
Dois cuidados fazem diferença aqui. O primeiro é o valor de reposição: muitos equipamentos são importados, e a indenização precisa considerar o custo real de repor o bem, não um valor contábil defasado. O segundo é a informática clínica — servidores, estações de trabalho, sistema de gestão e o próprio PACS de imagens têm exposição própria e podem ser tratados também pela ótica de equipamentos de informática, integrando a proteção do hardware à discussão de dados que veremos adiante.
O patrimônio: imóvel, instalações e conteúdo
Sobre a base física entra o seguro patrimonial para pequenas e médias empresas, que protege o imóvel (próprio ou locado, conforme a responsabilidade contratual), as instalações, o mobiliário, os medicamentos e os insumos contra incêndio, raio, explosão, danos elétricos, vendaval, alagamento e roubo. É a apólice que segura a estrutura onde tudo acontece.
Em uma clínica, três detalhes desse seguro pedem atenção. A carga elétrica elevada exige uma cobertura de danos elétricos bem dimensionada. Os medicamentos e insumos — sobretudo os que dependem de refrigeração — podem ter cobertura para deterioração por falha de energia. E o capital segurado precisa refletir o custo real de reconstruir e reequipar, não o valor de compra de anos atrás. Subdimensionar o patrimonial economiza pouco no prêmio e cobra caro no rateio, aquela redução proporcional da indenização quando o valor segurado é menor do que o valor em risco.
Responsabilidade civil geral: o risco fora do jaleco
Nem todo dano que a clínica causa está ligado ao ato médico. O paciente que escorrega na recepção molhada, o visitante atingido por um objeto que cai, o pertence danificado na sala de espera, a infiltração que atinge o vizinho de andar — tudo isso é responsabilidade civil geral, uma exposição distinta da RC profissional e que precisa de cobertura própria. É o papel do seguro de responsabilidade civil geral empresarial, que responde por danos corporais e materiais causados a terceiros nas dependências e pela operação, fora do ato profissional.
Separar as duas RCs é importante porque elas cobrem coisas diferentes e podem ter limites diferentes. A clínica que só tem a RC profissional fica exposta ao acidente banal da recepção; a que só tem a RC geral fica exposta ao processo por erro. O programa bem montado carrega as duas, com limites coerentes entre si.
Cyber e proteção de dados: o risco que mais cresce
A cobertura de seguro cyber empresarial deixou de ser luxo de grande hospital e virou item básico de qualquer clínica que usa prontuário eletrônico — ou seja, praticamente todas. Ela atua em duas dimensões. Na resposta ao incidente: contratação de especialistas para conter o ataque, recuperar sistemas, investigar a extensão do vazamento, notificar a ANPD e comunicar os pacientes afetados dentro dos prazos legais. E na responsabilidade: defesa e eventuais indenizações decorrentes de reclamações de titulares de dados e de sanções administrativas, no que for segurável.
O que muitos gestores subestimam é que a maior parte dos incidentes não é filme de invasão sofisticada; é erro de rotina. Um clique em e-mail falso na recepção, uma senha reaproveitada, um backup que ninguém testou, um resultado enviado ao paciente errado. A LGPD trata dados de saúde como sensíveis e cobra da clínica um dever ativo de proteção e de resposta. O seguro cyber não substitui boas práticas de segurança da informação, mas dá musculatura financeira e técnica para reagir quando a prevenção falha — que é quando o custo aparece.
Continuidade: lucros cessantes, pessoas e gestão
As três frentes finais protegem não o dano em si, mas a capacidade de a clínica seguir de pé.
O seguro de lucros cessantes repõe o faturamento durante o período em que a clínica fica parada por causa de um sinistro coberto — o incêndio que obriga a fechar por semanas, por exemplo. Ele mantém salários, aluguel e custos fixos correndo enquanto não há receita, evitando que um dano material vire uma crise de caixa que a clínica não sobrevive.
O seguro de vida em grupo protege sócios e colaboradores e, ao mesmo tempo, funciona como benefício que ajuda a reter e valorizar a equipe clínica — enfermagem, técnicos, recepção. Onde a receita depende fortemente de um profissional específico, vale estruturar uma proteção pensada na figura da pessoa-chave, para dar fôlego ao negócio diante de morte ou incapacidade de quem sustenta a agenda.
Por fim, em clínicas maiores, grupos e operações com vários sócios, entra o seguro de D&O para diretores e administradores, que protege o patrimônio pessoal de quem toma decisões de gestão diante de reclamações ligadas à administração do negócio — algo cada vez mais relevante à medida que a clínica cresce, contrata, capta investimento ou passa a lidar com órgãos reguladores e operadoras.
O que costuma faltar ou dar errado
Depois de estruturar muitos programas de clínicas, alguns erros se repetem. Vale conhecê-los para não repeti-los.
Segurar só o médico e esquecer a pessoa jurídica. É a lacuna número um. A clínica contrata a RC do titular e imagina estar coberta, mas a empresa é acionada em separado e fica sem defesa própria. O resultado aparece no pior momento.
Declarar a atividade por baixo. Omitir procedimentos de maior risco, não mencionar a estética invasiva, esconder que há cirurgia ou sedação — tudo isso barateia o prêmio e cria uma bomba-relógio. Na regulação do sinistro, a divergência entre o que foi declarado e o que a clínica realmente faz é motivo clássico de negativa. Declarar certo é o que garante que a apólice pague.
Subdimensionar capital. Segurar o equipamento pelo valor contábil, o imóvel pelo valor de compra antigo, o conteúdo por estimativa apressada. Quando o valor segurado é menor que o valor em risco, entra o rateio e a indenização vem reduzida na mesma proporção. A economia no prêmio some no primeiro sinistro sério.
Tratar cyber como opcional. Muita clínica pequena acredita que não é alvo. É justamente o contrário: operações menores costumam ter defesas mais frágeis e são visadas por ataques automatizados que não escolhem tamanho. E o dever legal de proteger dados de saúde não faz distinção de porte.
Ignorar a base de reclamações e a troca de seguradora. A RC profissional em base claims made exige atenção à retroatividade e ao prazo complementar. Trocar de seguradora sem cuidar da data de retroatividade pode abrir um vão por onde escapa justamente a ação que chega anos depois do atendimento. É um detalhe técnico que só uma corretora atenta cobre.
Não pensar na parada. Clínicas investem em proteger o aparelho e esquecem que o problema maior pode ser a agenda vazia enquanto ele conserta. Lucros cessantes e uma boa estratégia de continuidade completam o que o seguro de equipamento sozinho não resolve.
Quanto custa: o que pesa no preço
Não existe preço de tabela para o seguro de uma clínica, e desconfie de quem cravar um valor sem conhecer a operação. O custo é a soma dos prêmios das linhas que compõem o programa, e cada uma responde a fatores próprios. Em vez de um número, o que ajuda é entender o que move o preço para cima ou para baixo — assim você decide onde investir e onde economizar sem abrir buraco.
Na RC profissional, pesam as especialidades e o perfil de procedimentos (quanto mais invasivo e mais próximo de obrigação de resultado, maior a exposição), o número de profissionais cobertos, o limite de indenização e a retroatividade desejada, além do histórico de reclamações. Na cobertura de equipamentos, o que manda é o valor de reposição do parque de aparelhos, a idade e o tipo de cada um, se são fixos ou móveis e as coberturas incluídas, como danos elétricos e quebra. No patrimonial, contam o valor do imóvel e do conteúdo, a construção, a localização, as proteções contra incêndio e roubo e o capital segurado escolhido.
Na cobertura cyber, influenciam o volume e a sensibilidade dos dados tratados, a maturidade de segurança da informação da clínica (backup, autenticação, atualização de sistemas) e os limites contratados. Em lucros cessantes, o cálculo parte do faturamento e do período de indenização. E, em todas as linhas, dois fatores atravessam tudo: a franquia — quanto maior a participação da clínica no prejuízo, menor o prêmio — e a qualidade da informação prestada, porque uma cotação bem instruída evita surpresas e permite à corretora negociar melhor com o mercado.
A boa notícia é que dá para calibrar. Ajustar franquias, priorizar as coberturas críticas, dimensionar limites com realismo e apresentar a clínica bem documentada ao mercado costuma render um programa mais barato e mais sólido. Esse trabalho de encaixe é exatamente o papel da corretora, e vale entender também como funciona a cotação de um seguro com corretor para chegar preparado à conversa.
Como a GVM estrutura o programa da sua clínica
A GVM não começa por um produto; começa pela sua operação. O primeiro passo é um diagnóstico: quais especialidades a clínica atende, que procedimentos realiza, quantos profissionais assinam laudos e prescrições, qual o parque de equipamentos e seu valor de reposição, como os dados dos pacientes são armazenados e quem os acessa, qual o faturamento e quanto dele depende de uma ou duas pessoas. É desse mapa que sai o desenho — e não de um pacote pronto de prateleira.
Com o diagnóstico em mãos, montamos o programa cruzando as linhas certas: RC profissional dos médicos e da pessoa jurídica, equipamentos médicos, patrimonial, RC geral, cyber e as coberturas de continuidade. O cuidado está nos encaixes — garantir que os limites conversem entre si, que a retroatividade da RC não deixe vão, que o capital do patrimonial reflita o valor em risco e que nenhuma cobertura se sobreponha inutilmente a outra, encarecendo o programa sem ganho real de proteção.
Em seguida, levamos a clínica ao mercado. Como corretora independente, a GVM cota com várias seguradoras e apresenta as opções lado a lado — cobertura, limites, franquias, exclusões e preço — para que a decisão seja informada, e não baseada apenas no número final. A declaração correta da atividade é parte central desse trabalho: descrever com precisão os procedimentos e o perfil da clínica é o que sustenta a cobertura quando ela for acionada.
E o acompanhamento não termina na assinatura. A GVM está junto nas renovações, revisando limites conforme a clínica cresce ou muda de perfil, e principalmente no momento do sinistro — orientando o aviso, a documentação e a condução do caso, que é quando o valor de uma corretora consultiva realmente aparece. É a diferença entre ter uma apólice e ter alguém do seu lado quando você precisa dela.
Se você tem uma clínica ou consultório e quer enxergar com clareza onde está exposto, comece pelo diagnóstico. Conheça a visão da GVM para empresas e fale com a nossa equipe: entendemos a sua operação, apontamos as lacunas e montamos um programa sob medida, com cotação sem compromisso.
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre seguro para clínicas e consultórios médicos
Quais seguros uma clínica médica deve ter?
Em regra, a base é a RC Profissional (dos médicos e da pessoa jurídica), o seguro patrimonial do imóvel, a cobertura específica dos equipamentos médicos e a proteção cyber para os dados de pacientes. Conforme o porte, somam-se RC geral, lucros cessantes, vida em grupo e D&O. A GVM define o conjunto ideal a partir da sua operação, sem empurrar cobertura que você não precisa.
A clínica precisa de RC profissional além da dos médicos?
Sim, é altamente recomendável. Quando existe uma pessoa jurídica, ela costuma ser acionada junto com o profissional na mesma ação, por responsabilidades distintas. A apólice pode ser estruturada para cobrir tanto os médicos quanto a clínica, evitando que a pessoa jurídica fique descoberta justamente no ponto em que o processo mais pesa.
O seguro cobre os equipamentos médicos?
Sim. Aparelhos de diagnóstico e tratamento podem ser cobertos contra incêndio, roubo, danos elétricos e quebra, conforme a contratação. Como são bens de alto valor e a parada de um deles trava o atendimento, esse é um dos itens mais importantes do programa de uma clínica.
Preciso de seguro cyber mesmo sendo uma clínica pequena?
A sensibilidade dos dados de saúde torna o seguro cyber relevante para clínicas de qualquer porte. Um vazamento ou um ataque de sequestro de dados pode gerar notificação à ANPD, comunicação aos pacientes, custos de resposta e responsabilização sob a LGPD — despesas que não dependem do tamanho da clínica.
O seguro cobre a equipe (enfermeiros, técnicos, recepção)?
A cobertura de responsabilidade da clínica pode ser estruturada para contemplar a equipe que atua sob sua supervisão. Já a proteção individual de cada profissional depende da categoria e do modelo de contratação. Nós mapeamos quem faz o quê na clínica para configurar a cobertura sem deixar buracos.
E se a clínica precisar fechar por causa de um sinistro?
A cobertura de lucros cessantes repõe o faturamento durante o período de paralisação decorrente de um sinistro coberto, como um incêndio que force o fechamento temporário. Ela ajuda a manter salários e custos fixos enquanto a clínica se reergue, em vez de transformar um sinistro material em crise financeira.
Clínicas de estética têm cobertura diferente?
Sim. Procedimentos estéticos costumam ser tratados juridicamente como obrigação de resultado, o que muda o padrão de exposição e exige atenção redobrada na contratação e na declaração da atividade. A GVM descreve corretamente os procedimentos realizados para evitar recusa ou discussão de cobertura na hora do sinistro.
O seguro cobre procedimentos de médicos terceirizados ou parceiros?
Depende de como o programa é montado. É possível estruturar a cobertura para contemplar profissionais que atuam na clínica como autônomos ou parceiros, mas isso precisa ser declarado e dimensionado. Mapeamos o seu modelo de operação para configurar corretamente quem está protegido.
A cobertura vale para ações antigas ou só para fatos novos?
A RC profissional costuma operar na base de reclamações apresentadas durante a vigência (claims made), o que envolve conceitos como retroatividade e prazo complementar. Isso é decisivo em saúde, onde o processo pode chegar anos depois do atendimento. A GVM explica esses detalhes e cuida para não abrir um vão de cobertura em trocas de seguradora.
Qual o valor de um seguro para clínica?
Não existe valor único. Depende das especialidades, do número de profissionais, do valor dos equipamentos, do volume de dados e dos limites de cobertura desejados. A GVM cota com várias seguradoras e apresenta as opções lado a lado, para você decidir com base na relação entre cobertura e preço, e não só no número final.
Atendem clínicas e consultórios em todo o Brasil?
Sim. A GVM atende clínicas, consultórios e profissionais de saúde em todo o território nacional, com acompanhamento na contratação, nas renovações e, principalmente, no sinistro.
Como começar a montar o seguro da minha clínica?
Fale com a GVM pelo WhatsApp, telefone ou formulário de contato. Entendemos a sua operação, apontamos as lacunas e montamos um programa sob medida, com cotação sem compromisso.
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Conte com um diagnóstico de riscos e uma recomendação sob medida para o seu segmento.