Pular para o conteúdo
GVM Consulting

Seguro de Equipamentos (RD)

Seguro de equipamentos de informática e TI

Servidores, computadores, notebooks e ativos de rede são o coração da operação. A GVM protege esses ativos contra roubo, dano elétrico, surto e quebra — para a empresa não parar.

Equipamentos de informática concentram alto valor e são sensíveis a oscilações elétricas, roubo e dano físico. Para empresas, data centers e profissionais, a parada de um servidor ou a perda de equipamentos pode interromper a operação inteira. O seguro de Riscos Diversos (RD) para equipamentos de informática protege esses bens — fixos e portáteis — contra danos súbitos e imprevistos e ajuda a manter a continuidade do negócio.

O risco real

O que pode dar errado — e custar caro

Danos elétricos e surto

Oscilação, curto e sobretensão que queimam servidores, computadores, no-breaks e ativos de rede — a principal causa de sinistro no ramo.

Roubo e furto qualificado

Subtração de notebooks, servidores e equipamentos de alto valor, no escritório ou em trânsito.

Quebra e dano acidental

Impacto, queda, derrubada de líquido ou dano físico durante o uso e o manuseio.

Incêndio, fumaça e explosão

Fogo, calor e fuligem que atingem o parque de TI e a sala de servidores.

Equipamentos portáteis

Notebooks, tablets e dispositivos que saem da empresa e ficam expostos em campo e em viagem.

Danos por transporte

Avaria durante a mudança de sala, o deslocamento entre unidades ou o envio a assistência.

Interrupção da operação

Parada e perda de faturamento decorrentes da indisponibilidade de equipamentos críticos.

Sinistros típicos

Situações reais que o seguro resolve

  • Surto elétrico que queima o servidor principal da empresa após uma tempestade.
  • Notebook furtado de um colaborador em viagem, com vestígios de arrombamento no veículo.
  • Equipamento danificado por queda durante uma mudança de sala.
  • Curto que inutiliza várias estações de trabalho depois de uma oscilação na rede.
  • No-break e ativos de rede queimados por sobretensão na entrada de energia.
  • Incêndio na sala técnica que atinge servidores e storage.

A cobertura

O que o seguro cobre

Danos elétricos e quebra

Proteção contra falhas elétricas, surto, sobretensão e quebra dos equipamentos de TI, conforme as condições contratadas.

Roubo e furto qualificado

Cobertura para subtração de equipamentos fixos e portáteis, com e sem vestígios de arrombamento conforme a apólice.

Incêndio e eventos súbitos

Danos por fogo, fumaça, explosão e outros eventos súbitos e imprevistos ao parque de TI.

Equipamentos móveis

Proteção de notebooks e dispositivos fora do endereço, em campo e em trânsito, dentro do âmbito contratado.

Danos durante o transporte

Cobertura para avaria no deslocamento entre unidades e no envio a manutenção, conforme a apólice.

Reposição do equipamento

Indenização para repor os equipamentos danificados em base de valor de novo ou valor atual, conforme a apólice.

Exclusões comuns

  • Desgaste natural, obsolescência e queda gradual de desempenho.
  • Perda ou corrupção de dados em si — objeto do seguro cyber.
  • Defeito de fabricação coberto pela garantia do fabricante.
  • Atos dolosos, fraude e falta de manutenção adequada.
  • Furto simples sem vestígios, quando essa extensão não foi contratada.
  • Vício de projeto ou de instalação não declarado e danos anteriores à vigência.

Quanto custa

O que influencia o preço do seguro

Não existe tabela fixa: o prêmio é calculado sobre o valor do parque de TI a segurar e o perfil de uso, e cada seguradora precifica de um jeito. Um conjunto de estações que fica em sala e um parque com muitos notebooks em campo têm preços distintos, mesmo com o mesmo valor total.

Valor e porte do parque

A soma dos equipamentos a segurar — de estações e periféricos a servidores, storage e data centers — forma a base do cálculo do prêmio.

Uso fixo ou portátil

Notebooks e dispositivos que saem da empresa têm exposição maior a roubo e quebra do que os equipamentos que ficam em sala.

Local e proteções físicas

Endereço, controle de acesso, alarme e vigilância influenciam o risco de roubo e o preço da cobertura.

Proteção elétrica

No-breaks, estabilizadores, DPS e aterramento reduzem o risco de dano elétrico — a principal causa de sinistro — e ajudam a baixar o prêmio.

Coberturas e franquia

Dano elétrico, roubo, equipamentos móveis, transporte e a franquia escolhida definem o desenho e o valor da apólice.

Envie a relação dos equipamentos e o perfil de uso à GVM: cotamos com várias seguradoras e comparamos as condições, sem compromisso.

Para quem é

Este seguro é indicado para você se…

  • Empresas com parque de TI e servidores próprios.
  • Data centers e empresas de tecnologia.
  • Escritórios e profissionais que dependem de equipamentos.
  • Comércio e varejo com PDVs, servidores e retaguarda de TI.
  • Operações com equipamentos portáteis em campo e equipes híbridas.

Por que a GVM

Uma corretora que conhece o seu mundo

O seguro de equipamentos de informática é uma modalidade de Riscos Diversos (RD) — parte da nossa página geral de seguro de equipamentos. Ele trata o parque de TI pelo que ele é: um conjunto de bens de alto valor, essenciais para a operação e sensíveis a um risco que a maioria dos empresários subestima — a energia elétrica. Se a sua preocupação é o risco digital (dados, ataques, vazamento), esse é o campo do seguro cyber empresarial, que complementa a proteção do hardware sem substituí-la.

A lógica é simples: o computador, o servidor e o notebook são bens físicos que podem queimar, cair, ser roubados ou pegar fogo. Quando isso acontece, a empresa não perde só o equipamento — perde tempo, produtividade e, muitas vezes, faturamento enquanto repõe o que quebrou. É essa lacuna que o seguro de equipamentos de informática fecha.

A GVM Consulting estrutura a apólice conforme o seu parque de TI, dimensiona os limites pelo valor real dos ativos e acompanha você no acionamento, com foco em manter a operação rodando.

O que o seguro de equipamentos de informática cobre

Na prática, o seguro protege o parque de TI contra danos materiais súbitos e imprevistos e contra o roubo. As coberturas variam conforme a seguradora e o produto, mas o núcleo costuma incluir:

  • Danos elétricos e surto — oscilação, curto, sobretensão e queima por descarga atmosférica próxima. É a cobertura mais importante do ramo, porque é a origem mais frequente de sinistro.
  • Quebra e dano acidental — queda, impacto, derrubada de líquido e dano físico durante o uso e o manuseio.
  • Roubo e furto qualificado — subtração dos equipamentos com violência, grave ameaça ou vestígios de arrombamento, no escritório e em trânsito.
  • Incêndio, fumaça e explosão — fogo e calor que atingem a sala técnica e o conteúdo de TI, além da fuligem que danifica placas e componentes.
  • Equipamentos móveis — notebooks, tablets e dispositivos que saem da empresa, cobertos fora do endereço e em campo.
  • Danos durante o transporte — avaria no deslocamento entre unidades, na mudança de sala e no envio a assistência técnica.
  • Reposição do equipamento — indenização para repor o que foi danificado, em base de valor de novo ou valor atual, conforme a apólice.

O que está protegido não é só o computador da mesa. Um parque de TI moderno tem muitas peças de valor: servidores e storage, no-breaks (UPS) e fontes, ativos de rede (switches, roteadores, firewalls, access points), racks e cabeamento estruturado, PDVs no varejo, monitores, impressoras de rede e os dispositivos móveis da equipe. Uma boa apólice enxerga o conjunto, e não apenas as estações de trabalho.

Danos elétricos e surto: a principal causa de sinistro

Se há um ponto que separa uma apólice bem contratada de uma frustração no sinistro, é a cobertura de danos elétricos. No seguro patrimonial tradicional, o dano elétrico costuma vir como um extra limitado — muitas vezes com sublimite baixo. Já no RD de equipamentos, ele é o coração da cobertura.

O motivo é técnico. Equipamentos de informática são cheios de eletrônica sensível: uma variação de tensão que passaria despercebida por um motor pode queimar a fonte de um servidor ou a placa de um switch. As causas mais comuns são:

  • Sobretensão e surto — picos de energia na rede, muitas vezes ligados a tempestades e descargas atmosféricas próximas, que induzem sobretensão no cabeamento e queimam o que estiver conectado.
  • Oscilação e subtensão — variações fora da faixa que estressam fontes e componentes ao longo do tempo.
  • Curto-circuito — falha que danifica o equipamento e pode iniciar um princípio de incêndio.
  • Falha no aterramento — instalação inadequada que deixa o parque exposto a diferenças de potencial.

A boa notícia é que esse risco é, em grande parte, administrável. No-breaks de qualidade, estabilizadores, DPS (dispositivos de proteção contra surtos) na entrada de energia e um aterramento bem executado reduzem drasticamente a frequência do sinistro — e, por isso, costumam melhorar as condições da cotação. Proteger a rede elétrica é, ao mesmo tempo, proteger o equipamento e baixar o prêmio.

Equipamentos fixos e portáteis: dois perfis de risco

Nem todo equipamento de TI corre o mesmo risco, e a apólice trata os dois grupos de forma diferente.

Equipamentos fixos

São os que ficam no endereço da empresa: servidores, storage, estações de trabalho, ativos de rede, no-breaks e PDVs. O risco predominante aqui é o dano elétrico, seguido de incêndio e de roubo com arrombamento do local. Como não se deslocam, a exposição é mais previsível e a proteção passa muito pela infraestrutura — energia protegida, sala técnica organizada, controle de acesso e alarme.

Equipamentos portáteis

Notebooks, tablets, coletores e dispositivos de equipes de campo têm uma exposição bem maior. Eles saem da empresa: vão para a casa do colaborador, para o cliente, para a rua e para viagens. Isso multiplica o risco de queda, derrubada de líquido, roubo e furto — inclusive dentro de veículos.

Para cobrir esses bens fora do endereço, a apólice precisa da extensão de equipamentos móveis. Sem ela, um notebook furtado a quilômetros da empresa pode não estar coberto. Com a difusão do trabalho híbrido, esse é hoje um dos pontos mais importantes de uma boa apólice de TI — e um dos mais esquecidos. Vale ainda atenção à distinção entre roubo (com violência ou grave ameaça), furto qualificado (com vestígios de arrombamento) e furto simples (sem qualquer vestígio): os dois primeiros são a base da cobertura; o furto simples, quando aceito, costuma ser uma extensão específica, com limite e exigências próprias.

Servidores, data centers e ativos de rede

Quanto mais crítico o equipamento, maior o impacto da sua parada. Servidores e ativos de rede não valem apenas pelo preço de reposição — valem pelo que sustentam. Um servidor de banco de dados fora do ar pode travar vendas, faturamento, produção e atendimento ao mesmo tempo.

Por isso, o seguro trata a sala de servidores e o data center com atenção especial. Além do valor elevado dos ativos (servidores, storage, racks, no-breaks robustos, sistemas de refrigeração e a própria estrutura de rede), há dois fatores que pesam: o prazo de reposição, às vezes longo em equipamentos importados ou configurados sob encomenda, e a concentração de risco — muitos equipamentos caros no mesmo ambiente, expostos ao mesmo incêndio ou à mesma sobretensão.

Para operações que dependem fortemente da disponibilidade, faz sentido combinar a cobertura do hardware com a proteção do faturamento parado — assunto que voltamos a tratar mais adiante — e alinhar tudo ao seguro para empresas de tecnologia, que enxerga o negócio como um todo, do hardware ao risco digital.

Valor de reposição: valor de novo x valor atual

Um detalhe que muda o resultado de um sinistro é a base de indenização definida na apólice. Em regra, há duas:

  • Valor de novo (reposição a novo) — a seguradora indeniza o custo de repor o equipamento por um equivalente novo, sem descontar depreciação pelo tempo de uso. É a base mais indicada para parques recentes, porque permite recolocar a operação em pé sem desembolso extra.
  • Valor atual (valor de mercado) — parte do valor de novo e desconta a depreciação pela idade e pelo uso. Reduz o prêmio, mas paga menos em equipamentos mais antigos.

Mais importante do que a base é dimensionar corretamente o valor em risco: ele deve refletir o custo real de repor os equipamentos hoje — e não o valor contábil ou o que foi pago anos atrás. Segurar por menos do que vale expõe a empresa ao rateio (indenização proporcional), em que a seguradora paga apenas a fração correspondente ao percentual efetivamente segurado. Em um parque de TI, onde equipamentos entram e saem o tempo todo, manter a relação de bens atualizada é o que evita a surpresa do subseguro na hora do sinistro. A GVM ajuda a montar e a revisar essa lista para que o valor segurado acompanhe a realidade.

Complementa o seguro patrimonial e o cyber — não substitui

Uma dúvida frequente: “meu seguro empresarial já não cobre os computadores?”. Em parte, sim — mas de forma limitada. Vale entender como as três proteções se encaixam.

  • O seguro patrimonial cobre o imóvel e o conteúdo contra incêndio, roubo e alguns eventos, mas costuma tratar o dano elétrico com sublimite baixo e raramente cobre o equipamento fora do endereço ou em operação. O seguro patrimonial para pequenas e médias empresas é a base do programa, e o RD de equipamentos entra para reforçar justamente onde ele é curto.
  • O RD de equipamentos de informática dá cobertura ampla e específica para o parque de TI — dano elétrico sem sublimite tímido, quebra, equipamentos móveis e transporte —, tratando esses bens como o ativo crítico que são.
  • O seguro cyber protege o outro lado da moeda: os dados e a operação digital contra vazamentos, ataques e indisponibilidade por incidente. Ele não cobre o hardware, assim como o RD não cobre os dados. São faces complementares do mesmo risco de TI.

O erro clássico é achar que uma dessas apólices resolve tudo. A GVM desenha o conjunto para que patrimonial, equipamentos e cyber conversem entre si, sem lacuna e sem sobreposição.

Quanto custa o seguro de equipamentos de informática

Não existe tabela única, e é bom desconfiar de quem crava um preço sem conhecer o parque. O prêmio nasce da combinação entre quanto vale o que será segurado e quanto risco esse conjunto corre. Abaixo, o que puxa o valor para cima, o que ajuda a reduzir e como chegar ao número real — sempre de forma qualitativa, porque cada operação é diferente e cada seguradora precifica de um jeito.

O que puxa o preço para cima

  • Valor total do parque — a base do cálculo é quanto custaria repor os equipamentos. Quanto maior a soma segurada, maior o prêmio em termos absolutos.
  • Peso dos portáteis — muitos notebooks e dispositivos que saem da empresa elevam o risco de roubo e quebra, e isso se reflete no preço.
  • Coberturas amplas e franquia baixa — incluir equipamentos móveis, transporte, furto simples e escolher uma franquia menor amplia a proteção e o custo.
  • Concentração e criticidade — muitos equipamentos caros no mesmo ambiente, ou ativos cuja parada trava a operação, aumentam a exposição.
  • Local e vizinhança — endereço com maior risco de roubo, alagamento ou incêndio pesa na conta.

O que reduz o prêmio

  • Proteção elétrica em dia — no-breaks, estabilizadores, DPS e aterramento adequados atacam a principal causa de sinistro e costumam melhorar a cotação.
  • Segurança física — alarme, controle de acesso, monitoramento e uma sala técnica bem organizada reduzem o risco de roubo e incêndio.
  • Franquia bem calibrada — assumir uma franquia um pouco maior nos danos pequenos costuma baratear a apólice de forma relevante. Se quiser entender como esse mecanismo funciona, veja o guia sobre como funciona a franquia do seguro.
  • Relação de bens organizada — uma lista precisa evita superdimensionar o prêmio e, ao mesmo tempo, protege contra o rateio por subseguro.
  • Boas práticas de manutenção — equipamentos conservados e documentados reduzem sinistro e agilizam a indenização.

Faixas de risco por perfil

Sem citar valores, dá para situar a lógica de precificação por perfil:

  • Escritório com parque fixo e boa proteção elétrica — perfil de risco mais baixo: equipamentos que ficam em sala, energia protegida e acesso controlado tendem a ter o prêmio mais leve, proporcionalmente ao valor segurado.
  • Operação com forte presença de portáteis e trabalho híbrido — perfil intermediário: a mobilidade aumenta a exposição a roubo e quebra, o que se reflete no preço.
  • Data center, alta concentração de ativos ou equipamentos em campo severo — perfil mais exigente: valor elevado, criticidade alta e maior exposição pedem limites robustos e pesam mais na precificação.

Como obter o número real

O único jeito de saber quanto custa no seu caso é cotar. Reúna a relação dos equipamentos com valores atualizados, informe o perfil de uso (o que é fixo, o que é portátil), o endereço e as proteções que você já tem. A GVM leva esses dados a várias seguradoras, compara as condições — não só o preço, mas coberturas, franquias e exclusões — e devolve para você a melhor relação entre proteção e custo. A cotação é gratuita e sem compromisso.

O que o seguro normalmente não cobre

Transparência é parte da orientação. Em regra, ficam de fora:

  • Desgaste natural, obsolescência e queda gradual de desempenho — envelhecer não é sinistro.
  • Defeito de fabricação coberto pela garantia do fabricante — o seguro não substitui a garantia, ele cobre eventos externos.
  • Perda ou corrupção de dados em si — o dado é objeto do seguro cyber, não do seguro do hardware.
  • Atos dolosos, fraude e falta de manutenção adequada dos equipamentos.
  • Furto simples sem vestígios, quando essa extensão específica não foi contratada.
  • Vício de projeto ou de instalação não declarado e danos anteriores ao início da vigência.

Muitos desses pontos são administráveis: manutenção documentada, proteção elétrica em dia e uma relação de bens correta mantêm o parque dentro das condições da apólice.

Quando a operação para: proteger também o faturamento

Repor um servidor queimado é uma parte do prejuízo. A outra, muitas vezes maior, é o tempo em que a operação fica parada enquanto o equipamento é substituído — dias ou semanas sem sistema, sem PDV, sem atendimento.

Para negócios em que a indisponibilidade se traduz diretamente em faturamento perdido, faz sentido avaliar a cobertura de lucros cessantes, que responde pela receita que deixa de existir enquanto o reparo acontece, desde que o dano decorra de um evento coberto. Entenda melhor no seguro de lucros cessantes. O RD de equipamentos paga a reposição do bem; a cobertura de lucros cessantes cuida do dinheiro que a parada faz você deixar de ganhar. Combinadas, elas protegem o ativo e a receita que ele sustenta.

Sinistro de equipamento de informática: o passo a passo

Se o pior acontecer, agir rápido e com organização faz diferença no resultado. Em linhas gerais:

  1. Garanta a segurança — em caso de risco elétrico ou princípio de incêndio, desligue a energia e isole a área.
  2. Registre tudo — fotos e vídeos dos danos, do equipamento e do ambiente, antes de qualquer reparo ou descarte.
  3. Faça o B.O., em caso de furto, roubo ou vandalismo — é documento essencial para essas coberturas.
  4. Comunique a GVM e a seguradora o quanto antes, dentro do prazo da apólice.
  5. Evite reparos e descartes definitivos antes da vistoria — medidas de contenção para evitar a piora do dano são bem-vindas e devem ser documentadas.
  6. Reúna os documentos — nota fiscal dos equipamentos, relação de bens, laudos técnicos e comprovantes de manutenção.

Detalhamos cada etapa no guia sobre como funciona um sinistro passo a passo. O papel da GVM aqui é prático: acompanhamos o acionamento, conversamos com a regulação e trabalhamos para você voltar a operar o quanto antes.

Cuidados que reduzem o risco (e o prêmio)

Um parque bem protegido é mais barato de segurar e mais fácil de indenizar. Algumas boas práticas:

  • Proteção elétrica — no-breaks, estabilizadores, DPS e aterramento em dia, sobretudo na sala de servidores. É o que mais reduz sinistro por surto e oscilação.
  • Segurança física — controle de acesso, alarme e monitoramento onde ficam os equipamentos de maior valor.
  • Cuidado com os portáteis — política de uso de notebooks, transporte em maletas adequadas e atenção redobrada em viagens e veículos.
  • Manutenção documentada — limpeza, inspeção e troca preventiva de componentes, com registros guardados.
  • Relação de bens atualizada — inventário de TI com valores, revisado periodicamente, para dimensionar o seguro e evitar o rateio.
  • Documentação organizada — notas fiscais, laudos e comprovantes guardados facilitam a comprovação em um sinistro.

Como a GVM estrutura a sua proteção

Seguro de equipamentos de informática não é um produto de prateleira. Um escritório com poucas estações, um varejo com PDVs em várias lojas e uma empresa de tecnologia com data center próprio pedem apólices diferentes — e, muitas vezes, a combinação de mais de uma cobertura. A GVM Consulting monta esse desenho com seguradoras especializadas em Riscos Diversos, dimensiona os limites pelo valor real do parque e cuida para que dano elétrico, roubo, equipamentos móveis, transporte e a base de indenização estejam alinhados ao seu jeito de operar.

Também cuidamos das fronteiras: garantimos que a cobertura de TI converse com o seguro patrimonial do imóvel e com o seguro cyber empresarial, para que o hardware, o prédio e os dados estejam protegidos sem lacuna e sem sobreposição.

Envie a relação dos seus equipamentos e o perfil de uso. Nós cotamos com várias seguradoras, comparamos as condições e explicamos cada linha da apólice, para você decidir com clareza.

Fale com a GVM Consulting e proteja o seu parque de TI. A cotação é sem compromisso.

Continuidade da operação

Proteção dos ativos críticos para o negócio não parar diante de um dano ou de um roubo.

Fixo e móvel na mesma apólice

Cobertura para equipamentos na empresa, em campo e em trânsito.

Foco em dano elétrico e surto

A principal causa de sinistro do ramo tratada com a cobertura adequada.

Apólice sob medida

Dimensionamos pelo seu parque de TI, pelo perfil de uso e pela exposição real.

Perguntas frequentes

Tudo o que você precisa saber

O seguro cobre danos elétricos nos equipamentos?

Sim. Danos elétricos (surto, curto, sobretensão, oscilação) são uma das principais coberturas do seguro de equipamentos de informática — e a causa mais comum de sinistro no ramo —, conforme as condições contratadas.

Cobre roubo de notebooks fora da empresa?

Pode cobrir, na modalidade de equipamentos móveis, que protege dispositivos portáteis fora do endereço e em trânsito. A apólice costuma distinguir roubo e furto qualificado (com vestígios) do furto simples, então vale confirmar o âmbito contratado.

Esse seguro cobre a perda de dados?

Não diretamente — ele cobre o equipamento físico. A proteção de dados, vazamentos e ataques é objeto do seguro cyber. A GVM pode estruturar os dois de forma complementar.

Qual a diferença entre este seguro e o cyber?

Este protege o hardware (dano, roubo, quebra, surto). O cyber protege contra incidentes digitais (vazamento, ataque, indisponibilidade por ataque). São complementares e a GVM estrutura ambos conforme a necessidade.

Servidores e data centers estão cobertos?

Sim. Servidores, storage, no-breaks e ativos de rede podem ser cobertos contra danos elétricos, quebra, incêndio e roubo, com limites proporcionais ao valor do parque.

Cobre quebra acidental?

Sim, a quebra e o dano acidental aos equipamentos podem ser cobertos — queda, impacto e manuseio incorreto —, conforme as condições contratadas.

O que o seguro não cobre?

Em regra ficam de fora o desgaste natural e a obsolescência, o defeito de fabricação coberto pela garantia, a perda de dados em si, os atos dolosos e a falta de manutenção. Confirme sempre as exclusões da apólice.

Preciso listar os equipamentos?

O ideal é uma relação com os principais equipamentos e valores. Isso torna a contratação e a indenização mais precisas e ajuda a evitar o rateio por subseguro. A GVM ajuda a montar a lista.

Empresas de qualquer porte podem contratar?

Sim. De escritórios pequenos a data centers, a apólice é dimensionada ao tamanho e ao valor do parque de TI.

Como é definido o valor do seguro?

Pelo valor dos equipamentos, perfil de uso (fixo/móvel), exposição a riscos, proteções instaladas e coberturas escolhidas. A GVM cota com várias seguradoras e compara as condições.

O seguro paga a reposição por equipamento novo?

Depende da base de indenização contratada. No valor de novo, a seguradora repõe por um equivalente novo; no valor atual, desconta a depreciação pela idade e pelo uso. A GVM orienta a base mais adequada ao seu parque.

Atendem empresas em todo o Brasil?

Sim. A GVM atende empresas e profissionais em todo o território nacional. Fale com a gente para proteger o seu parque de TI.

Veja também

Outros seguros que podem te interessar

Cotação sem compromisso

Receba uma proposta sob medida

Conte o que você precisa proteger. Um especialista da GVM analisa o seu caso e leva a melhor cotação do mercado até você.