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GVM Consulting

Seguro de Equipamentos (RD)

Seguro de equipamentos fotográficos e cinematográficos

Câmeras, lentes, drones, iluminação e áudio são o seu meio de trabalho — e viajam o tempo todo. A GVM protege o seu equipamento contra roubo, quebra e acidentes, no estúdio, no set ou em externas.

Para o fotógrafo, o cinegrafista ou a produtora, o equipamento é o ativo mais valioso e, ao mesmo tempo, o mais exposto: vai para a rua, para o set, para locações remotas, embarca em avião, e é montado e desmontado várias vezes ao dia. Uma queda, um roubo no carro ou um dano em viagem pode parar um projeto inteiro e comprometer prazos com o cliente. O seguro de Riscos Diversos (RD) para equipamentos fotográficos e cinematográficos foi desenhado exatamente para esse tipo de bem: de alto valor, portátil e usado longe de um endereço fixo. Ele cobre o seu equipamento onde quer que ele esteja — e a GVM monta a apólice item a item, com o olhar de quem entende a rotina de quem trabalha com imagem.

O risco real

O que pode dar errado — e custar caro

Roubo e furto qualificado

Subtração de câmeras, lentes e equipamentos no set, no carro, em trânsito ou no estúdio — o sinistro mais comum e mais caro no audiovisual.

Queda e dano acidental

Impacto, tombamento de tripé, queda de mão ou dano físico ao equipamento durante o uso ou a montagem.

Equipamento em trânsito

Danos durante o transporte entre locações, em viagem aérea ou rodoviária, no Brasil e no exterior.

Danos elétricos

Curto, surto e oscilação que atingem iluminação, baterias, carregadores e eletrônicos em locação sem infraestrutura confiável.

Danos a drones

Queda, colisão ou perda de sinal do drone, com possível responsabilidade por danos a terceiros na operação aérea.

Equipamento locado de terceiros

Responsabilidade sobre equipamentos alugados de rental houses ou colegas durante a diária ou a produção.

Sinistros típicos

Situações reais que o seguro resolve

  • Câmera e lentes furtadas do carro durante uma diária externa.
  • Drone que perde sinal e cai durante a captação aérea, ficando inutilizado.
  • Equipamento danificado no transporte aéreo para uma locação em outro estado.
  • Tripé que tomba e danifica a câmera e a lente no set.
  • Kit de iluminação queimado por surto elétrico em locação com rede precária.
  • Notebook de edição e HDs furtados da base da produtora.

A cobertura

O que o seguro cobre

Roubo, furto qualificado e dano acidental

Proteção do equipamento contra subtração e contra danos físicos de causa súbita, conforme as condições da apólice.

Cobertura em qualquer lugar (RD móvel)

O equipamento é coberto no estúdio, em locação, em externas e em trânsito — não fica preso a um endereço fixo.

Quebra e danos elétricos

Possibilidade de incluir quebra acidental e danos elétricos a eletrônicos, iluminação e acessórios, conforme a contratação.

Equipamentos de terceiros

Cobertura para equipamentos locados sob a sua guarda e responsabilidade durante o projeto.

Drones e responsabilidade civil

Cobertura do drone contra dano e roubo e, complementarmente, RC por danos a terceiros na operação.

Âmbito nacional e internacional

Cobertura que acompanha produções fora do Brasil, conforme o âmbito geográfico contratado.

Exclusões comuns

  • Desgaste natural, obsolescência e falha mecânica ou elétrica interna por vício próprio (salvo cobertura específica).
  • Atos dolosos do segurado ou de prepostos.
  • Furto simples — subtração sem qualquer vestígio de arrombamento ou violência — quando a apólice condiciona a cobertura a esses elementos (ex.: equipamento sumido do veículo sem sinais de arrombamento).
  • Equipamento deixado sem vigilância em desacordo com as regras da apólice.
  • Danos exclusivamente estéticos (arranhões e amassados que não afetam o funcionamento), quando assim previsto.
  • Perda de arquivos, cartões e material gravado em si (o seguro cobre o hardware, não o conteúdo).

Quanto custa

O que influencia o preço do seguro

Não há tabela fixa nem preço de prateleira. O prêmio nasce do valor da sua lista de equipamentos, do perfil de uso (estúdio, campo, trânsito, exterior) e das coberturas escolhidas — e cada seguradora precifica de um jeito. Por isso a comparação entre seguradoras é o que mais mexe no valor final.

Valor da lista de equipamentos

Câmeras, lentes, drones, iluminação e áudio somados formam a base de cálculo. Quanto maior o capital segurado, maior o prêmio — mas o preço não sobe de forma linear.

Perfil e âmbito de uso

Estúdio fechado é o cenário de menor risco; externas, viagens e produções no exterior aumentam a exposição e o prêmio.

Mobilidade e transporte

Equipamento que passa muito tempo em trânsito, em veículo ou em bagagem aérea tende a puxar o preço para cima.

Drones e equipamento locado

A operação de drone e a guarda de itens alugados de terceiros adicionam risco e podem exigir coberturas específicas.

Coberturas e franquia

Incluir quebra, dano elétrico, RC de drone e âmbito internacional encarece; escolher uma franquia maior reduz o prêmio.

Sinistralidade e cuidados

Histórico de sinistros, medidas de proteção e boas práticas de guarda influenciam a percepção de risco da seguradora.

Envie a sua relação de equipamentos e o âmbito de uso à GVM: cotamos com várias seguradoras e comparamos coberturas, franquias e exclusões — sem compromisso e sem custo. Você recebe o número real para o seu parque, não uma estimativa genérica.

Para quem é

Este seguro é indicado para você se…

  • Fotógrafos profissionais, autônomos e estúdios.
  • Produtoras de cinema, publicidade, casamento e conteúdo digital.
  • Cinegrafistas e operadores de câmera autônomos.
  • Operadores de drone para captação aérea (fotografia e vídeo).
  • Criadores de conteúdo e creators que vivem do próprio parque de equipamentos.

Por que a GVM

Uma corretora que conhece o seu mundo

O seguro de equipamentos fotográficos e cinematográficos é uma modalidade de Riscos Diversos (RD) — faz parte da nossa página geral de seguro de equipamentos, que reúne todas as categorias que protegemos. Se a sua demanda vai além do equipamento e envolve o negócio de produção audiovisual como um todo (responsabilidade civil de produção, equipe, cancelamento e riscos de rodagem), veja também o nosso seguro para produtoras audiovisuais.

Nesta página, o foco é o que mais importa para quem vive de imagem: proteger o parque de câmeras, lentes, drones, iluminação e áudio contra roubo, quebra e acidentes, esteja ele no estúdio, no set ou em uma externa a centenas de quilômetros da base.

O que é o seguro de RD para equipamentos de imagem

O seguro de Riscos Diversos (RD) para equipamentos é uma cobertura pensada para bens que têm três características ao mesmo tempo: alto valor, portabilidade e uso fora de um endereço fixo. É exatamente o perfil de uma câmera de cinema, de um kit de lentes, de um drone ou de um rack de iluminação.

Diferente de um seguro patrimonial tradicional — que protege bens dentro de um endereço declarado —, o RD para equipamentos é um seguro móvel. Ele acompanha o equipamento: se você fotografa um casamento em uma fazenda, grava um comercial em outra cidade ou embarca com o kit para uma locação no exterior, a cobertura vai junto, dentro do âmbito geográfico contratado.

Na prática, três coberturas formam o núcleo do seguro:

  • Roubo e furto qualificado — a subtração do equipamento mediante violência, grave ameaça ou arrombamento, que é o sinistro mais frequente e mais caro do audiovisual.
  • Danos acidentais — quedas, tombamentos, impactos e outros danos físicos de causa súbita e imprevista durante o uso.
  • Riscos de transporte — danos ao equipamento enquanto ele é levado de uma locação para outra, em veículo próprio, bagagem ou transporte aéreo.

A partir desse núcleo, monta-se a apólice sob medida, com coberturas adicionais como quebra, danos elétricos, drones e responsabilidade civil.

Por que o audiovisual é um caso à parte

Nenhum outro tipo de negócio concentra tanto valor em bens tão pequenos e tão móveis. Um único corpo de câmera profissional, um conjunto de lentes cine e um drone somam facilmente o valor de um carro — e tudo isso cabe em duas malas que atravessam a cidade num porta-malas.

O equipamento é o negócio

Para o fotógrafo autônomo, o creator e a produtora, o parque de equipamentos não é um item de apoio: é o meio de produção. Sem câmera, não há diária; sem lente, não há entrega; sem drone, não há aquele plano que o cliente aprovou. A perda do equipamento não representa apenas o custo de repô-lo — ela interrompe o faturamento e coloca prazos e contratos em risco. Quem depende do próprio parque para trabalhar sente esse impacto de forma imediata.

Mobilidade extrema

O equipamento de imagem vive em movimento. Ao longo de um único dia, uma câmera pode sair do estúdio, ir para o carro, subir num tripé em plena rua, descer para um estabilizador, voltar para a case e seguir para outra locação. Cada troca de mãos, cada montagem e cada deslocamento é uma oportunidade de queda, esquecimento ou furto. Essa rotina de montar e desmontar várias vezes ao dia é o que diferencia o risco do audiovisual do de um escritório comum.

Exposição a ambientes hostis

Set não é ambiente controlado. Há areia de praia, poeira de estrada de terra, respingo de chuva, calor de deserto, umidade de mata, rede elétrica improvisada de gerador e multidão em evento. O equipamento trabalha justamente onde o risco é maior — e é para essas situações que o seguro existe.

O que o seguro cobre

As coberturas abaixo são as mais relevantes para fotógrafos e produtoras. Nem todas vêm ativadas por padrão: parte é núcleo, parte é adicional. A GVM ajuda a desenhar o pacote conforme o seu trabalho.

Roubo e furto qualificado

É o coração do seguro e o sinistro mais comum do meio. Cobre a subtração do equipamento com violência, grave ameaça ou arrombamento — o clássico furto da case dentro do carro, o assalto no set em via pública, o arrombamento do estúdio à noite. Atenção a um ponto sensível: o furto simples (sem qualquer vestígio de arrombamento ou violência) costuma ter tratamento diferente e nem sempre é coberto. Por isso as condições da apólice — como a exigência de sinais de arrombamento no veículo — precisam ser lidas com cuidado, e é aí que a orientação da corretora faz diferença.

Queda, quebra e dano acidental

Cobre o dano físico de causa súbita: a câmera que cai da mão, o tripé que tomba com a lente montada, o gimbal que bate na quina, o equipamento que escorrega da mesa de apoio. A quebra acidental costuma ser uma cobertura adicional muito procurada, porque queda é, disparado, o acidente mais frequente na rotina de quem opera câmera o dia inteiro.

Danos elétricos

Curto, surto e oscilação de tensão atingem principalmente iluminação, baterias, carregadores e eletrônicos — sobretudo em locações com rede precária ou alimentadas por gerador. A cobertura de danos elétricos protege esses itens contra falhas de origem elétrica que fogem do desgaste normal. Para quem trabalha muito com set de luz, é um ponto que merece atenção. O mesmo raciocínio de proteção elétrica se aplica a outros parques sensíveis, como os de equipamentos de informática usados na pós-produção.

Equipamento em trânsito

Boa parte da vida do equipamento é passada no deslocamento. A cobertura de trânsito protege o parque enquanto ele viaja entre locações, em veículo próprio, transporte rodoviário ou aéreo. Para produtoras que movimentam volume grande de material entre cidades — ou que despacham equipamento em voo —, vale avaliar a articulação com um seguro de transportes dedicado, dependendo do valor e da frequência das cargas.

Drones e responsabilidade civil

Drones concentram dois riscos em um só equipamento. O primeiro é o dano ao próprio drone: perda de sinal, colisão com obstáculo, pouso forçado, queda no mar. O segundo é o dano que o drone pode causar a terceiros — cair sobre uma pessoa, um veículo, um telhado. Por isso, além de segurar o drone contra dano e roubo, é possível — e recomendável — incluir uma cobertura de responsabilidade civil para a operação aérea. Para operações mais complexas, essa proteção pode ser reforçada com um seguro de responsabilidade civil geral que responda por danos a terceiros no conjunto da atividade.

Equipamentos locados de terceiros

Quase nenhuma produção usa só equipamento próprio. Alugar corpos, lentes, ópticas cine e iluminação de rental houses é rotina — e, durante a diária, esse material fica sob a sua guarda e responsabilidade. Se ele for roubado ou danificado enquanto está com você, é você quem responde perante o locador. O seguro pode cobrir esses equipamentos de terceiros sob sua responsabilidade, o que evita que uma diária de aluguel se transforme em um prejuízo pessoal.

Âmbito nacional e internacional

Por padrão, a cobertura vale para o território nacional. Para quem roda fora do Brasil — captações de viagem, coberturas internacionais, produções para clientes estrangeiros —, é possível contratar âmbito internacional, ampliando a proteção geográfica. Esse é um ajuste importante e precisa ser combinado antes da viagem, não depois.

O que costuma ficar de fora

Todo seguro tem exclusões, e conhecê-las é parte de contratar bem. No RD para equipamentos de imagem, em regra ficam de fora:

  • Desgaste natural, obsolescência e vício próprio — o seguro cobre acidente, não o envelhecimento do equipamento nem falha por defeito de fabricação.
  • Atos dolosos do segurado ou de seus prepostos.
  • Furto simples sem os requisitos da apólice — por exemplo, o equipamento sumido sem qualquer vestígio de arrombamento ou violência, quando a apólice exige esses elementos.
  • Equipamento deixado sem vigilância em desacordo com as regras contratadas.
  • Danos exclusivamente estéticos que não afetam o funcionamento (arranhões, amassados), quando assim previsto.
  • Perda de arquivos e material gravado — o seguro protege o hardware, não os cartões, HDs e o conteúdo digital em si.

Esse último ponto gera muita dúvida: se o cartão com o material do casamento é perdido ou corrompido, o seguro de equipamento não repõe as imagens. A proteção do conteúdo e dos dados é de outra natureza. A leitura correta das exclusões é uma das principais razões para contratar com uma corretora que explica o que está e o que não está coberto — em vez de descobrir na hora do sinistro.

Quanto custa

Esta é a pergunta que todo fotógrafo e toda produtora faz primeiro — e a resposta honesta é: depende, e não existe tabela fixa nem preço de prateleira. O seguro de equipamentos é precificado caso a caso, porque o risco de um estúdio de retrato é muito diferente do de uma produtora que roda em estrada com drone e kit de luz. Ainda assim, dá para entender com clareza o que puxa o preço para cima, o que puxa para baixo e como chegar ao número real, sem cravar valores em reais.

O que puxa o preço para cima

  • Valor total da lista. A soma dos equipamentos a segurar (o capital segurado) é a base do cálculo. Quanto maior o parque, maior o prêmio — embora a relação não seja linear.
  • Muita externa e viagem. Trabalho de campo, deslocamento constante e produções fora da cidade aumentam a exposição a roubo e a acidentes em relação ao trabalho de estúdio.
  • Transporte aéreo e internacional. Embarcar equipamento em voo e rodar no exterior amplia o risco e costuma exigir âmbito e coberturas específicas.
  • Drones. A operação aérea, especialmente com responsabilidade civil por danos a terceiros, adiciona um componente de risco relevante.
  • Equipamento alugado de terceiros. Assumir a guarda de itens de rental house aumenta a soma sob sua responsabilidade.
  • Coberturas amplas. Incluir quebra, danos elétricos, RC de drone e âmbito internacional deixa a apólice mais completa — e, naturalmente, mais cara.
  • Histórico de sinistros. Um passado recente de roubos ou danos pode elevar a percepção de risco da seguradora.

O que ajuda a reduzir o prêmio

  • Franquia mais alta. Aceitar arcar com uma parcela maior de cada sinistro reduz o prêmio. Entender esse mecanismo é essencial — vale a leitura de como funciona a franquia do seguro.
  • Lista precisa e atualizada. Uma relação bem-feita, com valores realistas, evita pagar por um capital superdimensionado e também evita o subseguro.
  • Boas práticas de guarda. Estúdio com controle de acesso, cases adequadas, cuidado no transporte e rotina de não deixar equipamento à vista no carro reduzem o risco — e isso conta.
  • Coberturas alinhadas ao uso real. Não contratar o que você não precisa (por exemplo, âmbito internacional se você só roda no Brasil) enxuga o prêmio.
  • Comparação entre seguradoras. Este é o fator que mais mexe no valor final. Para o mesmo parque, seguradoras diferentes chegam a preços e condições bem distintos.

Faixas de risco por perfil

Sem citar valores, dá para situar os perfis do menor ao maior risco:

  • Estúdio fixo, pouco deslocamento (fotografia de produto, retrato, still): perfil de menor risco — equipamento em ambiente controlado a maior parte do tempo.
  • Fotógrafo social e de eventos (casamento, festa, corporativo): risco intermediário — muita externa, montagem e desmontagem, e transporte frequente.
  • Produtora audiovisual com equipe, drone e viagem: perfil de maior risco — mais equipamento, mais gente manuseando, mais estrada, drone e, muitas vezes, aluguel de itens de terceiros.

Cada faixa tem alavancas próprias de otimização, e é por isso que o desenho da apólice importa tanto quanto o preço.

Como obter o número real

Não dá para saber quanto custa sem olhar a sua lista. O caminho é simples e sem compromisso:

  1. Você monta (ou a GVM ajuda a montar) a relação dos equipamentos com marca, modelo, número de série e valor.
  2. Descreve o perfil de uso: estúdio, externas, viagens, drone, âmbito nacional ou internacional.
  3. A GVM leva essa lista a várias seguradoras, compara coberturas, franquias e exclusões, e devolve as opções lado a lado.

Assim você recebe o número real para o seu parque, não uma estimativa genérica de internet. Comece montando a sua lista e fale direto pelo contato.

Como montar a lista de equipamentos

A lista é o documento mais importante da apólice. É ela que define o capital segurado e, na hora do sinistro, é ela que comprova o que você tinha. Uma relação bem-feita agiliza tanto a contratação quanto a indenização.

O ideal é registrar, para cada item:

  • Marca e modelo (ex.: corpo, lente, drone, monitor, gravador, iluminação).
  • Número de série — fundamental para comprovar propriedade e identificar o bem em caso de recuperação.
  • Valor do equipamento, com critério claro (novo ou atual).
  • Nota fiscal ou comprovante, quando houver.

Vale separar o parque por categorias — corpos e lentes, drones, iluminação, áudio, acessórios, informática de pós — e manter a lista viva: sempre que comprar ou vender equipamento, atualize. Um parque que dobrou de tamanho desde a contratação pode estar subsegurado sem que você perceba, o que reduz a indenização proporcionalmente em muitas apólices.

Valor de novo, valor atual e o risco do subseguro

Um ponto técnico que evita frustração no sinistro: como o equipamento é valorado. Em regra, o parque pode ser segurado pelo valor de reposição (o custo de comprar equivalente hoje) ou por um valor atual que considere depreciação. Equipamento de imagem desvaloriza rápido conforme novos modelos chegam, então o critério importa.

Se você declara valores muito abaixo do real para pagar menos, cria o subseguro: na indenização, muitas apólices aplicam a regra proporcional e pagam apenas a fração correspondente. Por outro lado, superestimar o valor faz você pagar prêmio a mais sem receber a mais. O equilíbrio — valores realistas e atualizados — é o que garante uma indenização justa. A GVM ajuda a calibrar esse ponto.

Franquia e limites

Dois conceitos definem quanto você recebe e quanto paga:

  • Franquia é a parcela do prejuízo que fica por sua conta em cada sinistro. Franquia maior barateia o prêmio, mas deixa mais custo com você quando algo acontece; franquia menor encarece o prêmio, mas reduz o desembolso no sinistro. É uma escolha de perfil.
  • Limite máximo de indenização é o teto que a apólice paga. Ele precisa acompanhar o valor do seu parque — se o limite for baixo demais, um sinistro grande não é integralmente coberto.

Encontrar o ponto certo entre franquia, limite e prêmio é parte do trabalho de estruturação da apólice, e depende do seu fluxo de caixa e da sua tolerância a risco.

Como funciona o sinistro, na prática

Quando algo acontece, o tempo de resposta importa — equipamento parado é projeto parado. O caminho geral é:

  1. Segurança e providências imediatas. Em caso de roubo ou furto, registre o boletim de ocorrência; em acidente, preserve o equipamento e as evidências.
  2. Comunicação à seguradora. Avise dentro do prazo da apólice, com a descrição do ocorrido.
  3. Documentação. Reúna a lista dos bens atingidos, notas fiscais, números de série, fotos e o B.O.
  4. Regulação. A seguradora analisa o sinistro e a cobertura.
  5. Indenização ou reposição, conforme as condições da apólice e descontada a franquia.

Esse passo a passo tem detalhes que fazem diferença — prazos, provas, o que dizer e o que não dizer. Reunimos o roteiro completo em como funciona um sinistro, passo a passo. E o papel da GVM aqui é justamente acompanhar o acionamento com você, para que a burocracia não atrase o seu retorno ao trabalho.

Cenários reais

Alguns exemplos de situações típicas que o seguro de equipamentos de imagem enderece:

  • Furto da case no carro. O fotógrafo estaciona para uma diária externa; ao voltar, a case com câmera e lentes sumiu, com sinais de arrombamento. Sinistro de roubo/furto qualificado.
  • Drone que cai no mar. Perda de sinal durante uma captação em orla; o drone cai na água e é perdido. Sinistro de dano ao drone.
  • Tripé que tomba no set. Uma esbarrada derruba o tripé com a câmera e a lente montadas; ambos ficam danificados. Sinistro de quebra acidental.
  • Kit de luz queimado por surto. Gerador oscila em locação remota e queima parte da iluminação. Sinistro de danos elétricos.
  • Dano no despacho aéreo. Equipamento embarcado como bagagem chega ao destino avariado. Sinistro de trânsito.
  • Equipamento alugado danificado. Uma lente de rental house cai durante a gravação; você responde ao locador e aciona a cobertura de equipamentos de terceiros.

Cada um desses casos tem uma cobertura correspondente — desde que ela esteja contratada. Por isso o desenho inicial da apólice é tão determinante.

Quem deve contratar

Este seguro faz sentido para todo profissional ou empresa que vive do próprio parque de imagem:

  • Fotógrafos autônomos e MEIs — casamento, ensaio, produto, corporativo, esportivo.
  • Estúdios de fotografia com equipamento fixo e itens que saem para diárias.
  • Produtoras de cinema, publicidade, clipes e conteúdo digital.
  • Cinegrafistas e operadores de câmera freelancers.
  • Operadores de drone para fotografia e vídeo aéreos.
  • Creators e criadores de conteúdo cujo trabalho depende de câmeras, lentes e iluminação próprios.

Não é preciso ter uma grande estrutura: a apólice se ajusta ao tamanho do parque, do MEI ao estúdio consolidado. E, se além dos equipamentos você quer proteger o negócio de produção por inteiro — RC de rodagem, equipe, cancelamento —, o caminho é o seguro para produtoras audiovisuais.

Erros comuns que a GVM ajuda a evitar

  • Não ter seguro por achar que “nunca vai acontecer”. Roubo de equipamento é o sinistro mais banal do meio; a estatística não perdoa quem trabalha na rua.
  • Segurar por valores defasados. Lista antiga vira subseguro na hora da indenização.
  • Ignorar as exigências de guarda. Deixar equipamento à vista no carro pode significar recusa do sinistro.
  • Achar que o material gravado está coberto. O seguro cobre o hardware, não os arquivos.
  • Contratar sem ler as exclusões. É o que separa a boa surpresa da má no momento do sinistro.
  • Não incluir os equipamentos alugados. A guarda de terceiros é uma responsabilidade real e frequentemente esquecida.

Como a GVM trabalha esse seguro

A GVM Consulting é uma corretora registrada na SUSEP, e o nosso papel é representar você, não a seguradora. No seguro de equipamentos fotográficos e cinematográficos, isso significa:

  • Montar a apólice item a item, a partir da sua lista real de equipamentos.
  • Ler o seu risco de verdade — estúdio, externa, drone, viagem — para ajustar coberturas, franquia e limites ao seu trabalho, sem excesso e sem lacuna.
  • Cotar com várias seguradoras e comparar coberturas, franquias e exclusões lado a lado, para você decidir com clareza.
  • Acompanhar o sinistro com você, orientando documentação e prazos, para reduzir o tempo com o equipamento parado.

No audiovisual, equipamento parado é projeto parado — e prazo perdido com cliente. Proteger o seu parque é proteger a sua agenda e a sua reputação. Monte a sua lista, envie o seu perfil de uso e deixe a GVM comparar o mercado por você. Comece agora pelo nosso contato e receba a cotação da sua lista, sem compromisso.

Cobertura que viaja

Seu equipamento protegido onde o trabalho estiver — no set, na externa ou em trânsito —, não só no endereço fixo.

Dimensionamento por lista

Montamos a apólice item a item, conforme o seu parque de equipamentos e o valor real de cada bem.

Leitura do risco real

Ajustamos coberturas, franquia e exigências ao seu tipo de trabalho, para não pagar a mais nem ficar descoberto.

Agilidade no sinistro

Orientamos o acionamento e a documentação para você voltar a rodar o quanto antes.

Perguntas frequentes

Tudo o que você precisa saber

O que o seguro de equipamentos fotográficos cobre?

Cobre roubo, furto qualificado e danos acidentais a câmeras, lentes, iluminação, áudio e acessórios, em geral no estúdio, em locação e em trânsito. É possível incluir quebra, danos elétricos, drones e cobertura internacional, conforme as condições contratadas.

O equipamento fica coberto fora do estúdio?

Sim. O seguro de Riscos Diversos para equipamentos é, por natureza, móvel — protege o equipamento onde quer que ele esteja sendo usado ou transportado, conforme o âmbito geográfico contratado. Essa é justamente a razão de ser desse seguro para o audiovisual.

Cobre roubo do equipamento do carro?

Pode cobrir, conforme as condições e exigências da apólice — normalmente é exigido que haja sinais de arrombamento e que o veículo estivesse trancado. É um sinistro comum no meio, e a GVM orienta as condições certas para garantir a cobertura.

Drones estão cobertos?

Sim. Drones podem ser segurados contra dano e roubo, e é possível incluir responsabilidade civil por danos a terceiros causados pela operação aérea, conforme a contratação. Vale confirmar as regras de uso e regularização do equipamento.

Posso incluir equipamentos que aluguei de terceiros?

Sim. É possível cobrir equipamentos locados de rental houses ou colegas, sob a sua guarda e responsabilidade durante o projeto — importante para produtoras e diárias que dependem de parte do parque alugado.

A cobertura vale para produções no exterior?

Pode valer, com âmbito internacional contratado. Para quem roda fora do Brasil, a GVM estrutura a cobertura geográfica adequada à operação e alinha as exigências de cada seguradora.

O seguro cobre a quebra da câmera por queda?

Pode cobrir. A quebra e o dano acidental (queda, tombamento de tripé, impacto) são coberturas típicas do RD, conforme as condições contratadas. É uma das principais razões pelas quais fotógrafos procuram o seguro.

E se o dano for só elétrico, sem queda?

Danos elétricos (curto, surto, oscilação) podem ser incluídos, especialmente úteis para iluminação, baterias e eletrônicos usados em locações com rede precária. Confirme sempre se essa cobertura está contratada.

O seguro cobre o material gravado que eu perdi?

Não. O seguro protege o equipamento físico (hardware), não os arquivos, cartões e o conteúdo gravado em si. Para dados e material digital, a proteção é de outra natureza, e a GVM pode orientar caminhos complementares.

Como é definido o valor do seguro?

Pela lista de equipamentos e seus valores, pelo perfil e âmbito de uso (nacional/internacional) e pelas coberturas e franquia escolhidas. Quanto melhor e mais atualizada a relação de bens, mais preciso fica o seguro e a eventual indenização.

Preciso fazer uma lista de todos os equipamentos?

Sim, o ideal é uma relação com marcas, modelos, números de série e valores. Isso agiliza tanto a contratação quanto a indenização em caso de sinistro. A GVM ajuda a montar e a manter essa lista atualizada.

Fotógrafo autônomo ou MEI pode contratar?

Sim. A apólice se ajusta a fotógrafos autônomos, MEIs, creators e estúdios, com limites proporcionais ao parque de equipamentos. Não é preciso ter uma grande estrutura para se proteger.

Atendem profissionais em todo o Brasil?

Sim. A GVM atende fotógrafos, cinegrafistas e produtoras em todo o território nacional. Fale com a gente para cotar a sua lista de equipamentos e comparar seguradoras.

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